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Archive for the ‘Cervejas’ Category

TÁ FEIA A COISA NA IRLANDA…

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A Irlanda é um país que me fascina por vários motivos: suas paisagens de um verde hipnótico tal como as suas florestas; sua história ancestral celta cuja mitologia do Povo Nobre aquece e anima o meu coração; seus mosteiros encravados em ilhas rochosas situadas em lugares ermos; seus sidhes, seja nos rios, vales e colinas, que fazem ecoar as vozes antigas dos druidas proferindo ditos mágicos; triskellions encetados em pedra bruta em colossais conjuntos megalíticos pré-históricos como em Newgrange… Enfim, uma ilha repleta de mistérios, ensinamentos e brumas ancestrais…

Além disso, a famosa hospitalidade irlandesa está em consonância com o espírito caloroso escocês (não é à toa que ambos os países partilham a mesma ancestralidade gaélica), que é um contraponto tanto ao hermetismo galês quanto ao ar blasé e auto-referente britânico. Enfim, a atmosfera das Ilhas Britânicas é fascinante, o que não espanta se tornar alvo de uma viagem minha num futuro não tão distante – assim espero eu!

Outras coisas também me fascinam na cultura irlandesa: o rugby – algo extremamente comum nos países de herança celta – e a famosa cerveja Guinness. Aliás, essa stout de cor negra, dotada de espuma densa, rica e cremosa, com acentuado sabor de malte torrado e café tornou-se um dos maiores símbolos do país – junto com o trevo de quatro pontas, o sapateado, o violino e o bodhrán

Criada em Dublin em 1759 pelo cervejeiro Arthur Guinness, a marca é uma das “jóias da coroa” do conglomerado mundial de bebidas Diageo – dona de “superbrands” como a vodka Smirnoff, o whisky Johnnie Walker, a tequila José Cuervo, o licor Bailey’s, dentre outras. Sua característica mais distinta é a cremosidade de sua espuma que contrasta com o negro intenso da bebida, aliado a um amargor pronunciado no palato e um retrogosto de café e malte torrado. 

Diga-se de passagem, uma das mais belas e inspiradoras visões do mundo é ver a “dança” da formação de sua espuma no copo após a abertura da lata (algo que a Ambev tentou imitar com o chope Brahma Black), graças a uma engenhosa válvula de nitrogênio que garante a sua densidade inconfundível. Ver a espuma da Guinness se formar num pint é pura arte mágica, o que justifica o símbolo da bebida ser uma lira – para aqueles que não sabem, o instrumento musical é um dos objetos mágicos de Dagda, o deus-druida irlandês da fartura, da prosperidade, da sexualidade e da fecundidade!

No entanto, nem tudo são flores… Há exatamente uma década que o consumo da cerveja vem caindo no país, passando de 198,9 milhões de litros em 2001 para 119,3 milhões no ano passado. Só no segundo semestre de 2010, as vendas da bebida caíram cerca de 8% na Irlanda e na Irlanda do Norte.

Vários fatores expicam essa queda vertiginosa. Primeiro, a diminuição do número de “pubs” no país (foram fechados mais de 1.500 desses estabelecimentos nos últimos 5 anos). Segundo, a preferência do público mais jovem por bebidas destiladas, vinhos e cervejas mais leves. Terceiro, o aumento do consumo caseiro e das vendas em supermercados e lojas de conveniência. Quarto, a diminuição do consumo de bebidas alcóolicas por parte da população do país – foram 11,3 litros por pessoa em 2009, contra 14,5 litros em 2001. E, por fim, a avassaladora crise econômica vivida desde o final do ano passado, e que atingiu em cheio a outrora próspera economia do “Tigre Celta”.

Visto em perspectiva, tais números ganham importância. Afinal, aproximadamente 12% do faturamento mundial da Diageo é proveniente das vendas da Guinness – cerca de 20% localizadas somente na Irlanda! Logo, não há nenhum incoveniente em pensar na existência de um “índice Guinness” que mediria a saúde da economia irlandesa – assim como há um “índice Big Mac”, criado prestigiada revista britânica The Economist.

Uma sugestão humilde desse Escriba que vos fala para atenuar essa queda nas vendas da Guinness: boa parte da cerveja não-comercializada lá poderia ser vendida aqui no Brasil. Afinal, quem disse que só se bebe uma boa stout no Dia de São Patrício?

Sláinte Mhaith!!!

ET POUR CAUSE…

E, por falar nisso, alguém sabe onde anda a “sumida” Kaiser Bock? Ela foi “assassinada”, está hibernando ou está sendo trabalhada como a Bohemia Oaken – um posicionamento premium, em canais de distribuição extrememente exclusivos e selecionados?

Afinal, esse pobre mortal gostava tanto dela! E existem pouquíssimas cervejas bocks no mercado que sejam do gosto desse Escriba…
Se alguém souber por onde anda essa desaparecida tão querida, especialmente aqui no Rio de Janeiro, por favor dêem notícias para um Escriba que ainda inconsolável…

MUDANDO COMPLETAMENTE DE ASSUNTO – MAS NEM TANTO ASSIM…

Não sei porque, mas o post abaixo me deu uma vontade tremenda de escrever sobre o que eu vou falar agora…

Para os leitores “cervejófilos” desse Escriba que vos fala – e, vos digo, o são em número considerável! – uma dica gastroetílica para vocês…
A Ambev resolveu relançar a Bohemia Oaken, uma das várias edições especiais que a multinacional cervejeira vem brindando aos seus degustadores e aficcionados gourmets, dado o posicionamento premium que a marca tem no portfólio da companhia. Inicialmente lançada no ano passado em uma edição especial, sendo exclusivamente vendida pela internet, eis que a preciosa bebida volta ao seio dos seus comensais em uma edição especial reloaded.
Agora, tratam-se de 182 mil garrafas disponíveis em bares selecionados, delis “muderninhas” e supermercados chiques. Com 6% de álcool, a Bohemia Oaken passa por um estágio de maturação em barris de carvalho, tal como os mais afamados vinhos, dando-lhe um sabor característico de baunilha e especiarias, e uma cor deliciosamente ambarada – diga-se de passagem, esse Escriba que vos fala é fã das cervejas ale e pale ale, de coloração rubra, com amargor pronunciado e corpo intenso.
Esse “pão líquido” cai bem com queijos cremosos como brie e camembert, além de carnes vermelhas e chocolate. E, o mais legal de tudo isso, por apenas módicos R$ 5!!!
Corram para reservar a sua! Amanhã de manhã, eu irei fazer isto. Depois, eu conto para vocês quais foram as minhas impressões…
Tudo isso sem “jabá” ou patrocínio de qualquer forma!
E, lembrem-se: se forem beber, não dirijam! Se forem dirigir, me chamem!!!

NINGUÉM MERECE!

Confesso a vocês, meus caros leitores, que esse negócio de “lei seca” já torrou a minha paciência! Já não basta esse mundo ser um saco, cheio de gente chata, ignorante e pretensiosa, com contas para pagar, o governo metendo a mão no bolso da gente, os políticos “sem noção” pedindo o nosso voto à base de um monte de lorotas, a polícia achacando os cidadãos a cada esquina, a bandidagem “comendo solta” nas ruas, e nem mais uma cervejinha a gente pode beber no final do expediente, sob pena de ser extorquido mais uma vez! Porra, tá difícil…

Parodiando um aforisma de um grande amigo meu, bebe-se socialmente para tornar as pessoas mais agradáveis aos nossos olhos…

Enfim, como nesse mundo alguns vêem oportunidades em momentos de crise, olha que interessante essa notícia proveniente do mercado cervejeiro…

Em julho passado, a mexicana Femsa – dona das marcas Sol, Xingu e Bavaria – observou um aumento de 69,5% de vendas da Bavaria Sem Álcool. Isso, notem bem, sem gastar COISA ALGUMA, nem um tostão sequer de verba de marketing!

Por seu turno, a Ambev, só na primeira quinzena de julho, apurou que as vendas da Liber aumentaram 25% em comparação ao mês passado, e foram 30% maiores do que o verificado no mesmo período do ano passado. Efeito das alterações do macroambiente de negócios, meus caros…

Antes da aprovação dessa “maldição do capeta” que é a tal da Lei Seca, as vendas da versão não alcóolica da bebida abocanhavam, apenas, 0,75% do volume total de vendas do mercado cervejeiro no Brasil. A expectativa da indústria é que, até o final desse ano, o market share do segmento atinga o patamar de 2%.

Para vocês terem uma noção do tamanho desse inferno, no final de semana passada fui ao Maracanã ver o Mais Querido do Universo jogar – e perder! Já não bastasse esse tamanho desgosto na minha vida, ainda tive de beber várias latas de Liber– a tal da cerveja “0,0% de álcool”. Ninguém merece!

Tomar cerveja sem álcool faz parte daquele rol de atitudes infames que ajudam a “derrotar” cada vez mais a vida de uma pessoa. É o fundo do poço! Pior do que isso, só coisas como ir à festa de criança no final de semana, almoço de domingo na casa da sogra, dançar com a irmã na boite, “segurar a vela” de um(a) colega, chupar bala com papel… Chega, tá me dando depressão!!!

Vai aí uma sugestão para os mestres cervejeiros: que tal desenvolver uma cerveja que não deixa resquícios desagradáveis no homem, tais como aquela infame “barriga de chope”? Já que o negócio é diferenciar para aumentar o consumo, pelo menos seria uma boa uma cerveja sem álcool e anti-barriga…

Ainda bem que eu tenho algumas Stella Artois bem guardadinhas aqui na minha geladeira…

>NINGUÉM MERECE!

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Confesso a vocês, meus caros leitores, que esse negócio de “lei seca” já torrou a minha paciência! Já não basta esse mundo ser um saco, cheio de gente chata, ignorante e pretensiosa, com contas para pagar, o governo metendo a mão no bolso da gente, os políticos “sem noção” pedindo o nosso voto à base de um monte de lorotas, a polícia achacando os cidadãos a cada esquina, a bandidagem “comendo solta” nas ruas, e nem mais uma cervejinha a gente pode beber no final do expediente, sob pena de ser extorquido mais uma vez! Porra, tá difícil…

Parodiando um aforisma de um grande amigo meu, bebe-se socialmente para tornar as pessoas mais agradáveis aos nossos olhos…

Enfim, como nesse mundo alguns vêem oportunidades em momentos de crise, olha que interessante essa notícia proveniente do mercado cervejeiro…

Em julho passado, a mexicana Femsa – dona das marcas Sol, Xingu e Bavaria – observou um aumento de 69,5% de vendas da Bavaria Sem Álcool. Isso, notem bem, sem gastar COISA ALGUMA, nem um tostão sequer de verba de marketing!

Por seu turno, a Ambev, só na primeira quinzena de julho, apurou que as vendas da Liber aumentaram 25% em comparação ao mês passado, e foram 30% maiores do que o verificado no mesmo período do ano passado. Efeito das alterações do macroambiente de negócios, meus caros…

Antes da aprovação dessa “maldição do capeta” que é a tal da Lei Seca, as vendas da versão não alcóolica da bebida abocanhavam, apenas, 0,75% do volume total de vendas do mercado cervejeiro no Brasil. A expectativa da indústria é que, até o final desse ano, o market share do segmento atinga o patamar de 2%.

Para vocês terem uma noção do tamanho desse inferno, no final de semana passada fui ao Maracanã ver o Mais Querido do Universo jogar – e perder! Já não bastasse esse tamanho desgosto na minha vida, ainda tive de beber várias latas de Liber– a tal da cerveja “0,0% de álcool”. Ninguém merece!

Tomar cerveja sem álcool faz parte daquele rol de atitudes infames que ajudam a “derrotar” cada vez mais a vida de uma pessoa. É o fundo do poço! Pior do que isso, só coisas como ir à festa de criança no final de semana, almoço de domingo na casa da sogra, dançar com a irmã na boite, “segurar a vela” de um(a) colega, chupar bala com papel… Chega, tá me dando depressão!!!

Vai aí uma sugestão para os mestres cervejeiros: que tal desenvolver uma cerveja que não deixa resquícios desagradáveis no homem, tais como aquela infame “barriga de chope”? Já que o negócio é diferenciar para aumentar o consumo, pelo menos seria uma boa uma cerveja sem álcool e anti-barriga…

Ainda bem que eu tenho algumas Stella Artois bem guardadinhas aqui na minha geladeira…

NINGUÉM MERECE!

Confesso a vocês, meus caros leitores, que esse negócio de “lei seca” já torrou a minha paciência! Já não basta esse mundo ser um saco, cheio de gente chata, ignorante e pretensiosa, com contas para pagar, o governo metendo a mão no bolso da gente, os políticos “sem noção” pedindo o nosso voto à base de um monte de lorotas, a polícia achacando os cidadãos a cada esquina, a bandidagem “comendo solta” nas ruas, e nem mais uma cervejinha a gente pode beber no final do expediente, sob pena de ser extorquido mais uma vez! Porra, tá difícil…

Parodiando um aforisma de um grande amigo meu, bebe-se socialmente para tornar as pessoas mais agradáveis aos nossos olhos…

Enfim, como nesse mundo alguns vêem oportunidades em momentos de crise, olha que interessante essa notícia proveniente do mercado cervejeiro…

Em julho passado, a mexicana Femsa – dona das marcas Sol, Xingu e Bavaria – observou um aumento de 69,5% de vendas da Bavaria Sem Álcool. Isso, notem bem, sem gastar COISA ALGUMA, nem um tostão sequer de verba de marketing!

Por seu turno, a Ambev, só na primeira quinzena de julho, apurou que as vendas da Liber aumentaram 25% em comparação ao mês passado, e foram 30% maiores do que o verificado no mesmo período do ano passado. Efeito das alterações do macroambiente de negócios, meus caros…

Antes da aprovação dessa “maldição do capeta” que é a tal da Lei Seca, as vendas da versão não alcóolica da bebida abocanhavam, apenas, 0,75% do volume total de vendas do mercado cervejeiro no Brasil. A expectativa da indústria é que, até o final desse ano, o market share do segmento atinga o patamar de 2%.

Para vocês terem uma noção do tamanho desse inferno, no final de semana passada fui ao Maracanã ver o Mais Querido do Universo jogar – e perder! Já não bastasse esse tamanho desgosto na minha vida, ainda tive de beber várias latas de Liber– a tal da cerveja “0,0% de álcool”. Ninguém merece!

Tomar cerveja sem álcool faz parte daquele rol de atitudes infames que ajudam a “derrotar” cada vez mais a vida de uma pessoa. É o fundo do poço! Pior do que isso, só coisas como ir à festa de criança no final de semana, almoço de domingo na casa da sogra, dançar com a irmã na boite, “segurar a vela” de um(a) colega, chupar bala com papel… Chega, tá me dando depressão!!!

Vai aí uma sugestão para os mestres cervejeiros: que tal desenvolver uma cerveja que não deixa resquícios desagradáveis no homem, tais como aquela infame “barriga de chope”? Já que o negócio é diferenciar para aumentar o consumo, pelo menos seria uma boa uma cerveja sem álcool e anti-barriga…

Ainda bem que eu tenho algumas Stella Artois bem guardadinhas aqui na minha geladeira…

ANHEUSER-BUSCH INBEV: A MAIOR CERVEJARIA DO MUNDO

Depois de uma semana repleta de boatos e rumores, eis que a cervejaria norte-americana Anheuser-Busch (dona da famosa marca Budweiser) aceitou a oferta de aquisição do mega-conglomerado Inbev (grupo belgo-brasileiro, fruto da fusão da Anbev e da Interbrew, ocorrida em 2004), em um negócio cujas cifras atingem a impressionante marca de US$ 49,91 bilhões.

Com esse movimento, a nova empresa – doravante denominada Anheuser-Busch Inbev -emerge como o maior conglomerado cervejeiro do mundo, com vendas líquidas de US$ 36 bilhões. Antes disso, a liderança do mercado mundial era ocupada pela britânica SAB Miller, seguida pela InBev e pela própria Anheuser-Busch.
A fusão, um mega-negócio féerico, cria uma super-empresa que irá operar com cerca de 300 marcas de cerveja em cinco continentes! Só para se ter uma idéia do porte das empresas envolvidas, a InBev é dona de marcas consagradas como Brahma, Skol, Antarctica, Bohemia, Quilmes, Stella Artois (a predileta desse Escriba!), Beck’s, Labatt, Hoegaarden e Leffe, enquanto que a Anheuser-Busch, além de contar com a família Budweiser (Bud Ice, Bud Light e Bud Dry), ainda comercializa a Rolling Rock. Já a SAB Miller, a futura segunda colocada, opera com marcas como Miller, Castle, Grolsch, Aquila e Poker.
O desafio de marketing, desde já, é como organizar e operar de maneira racional esse imenso e fragmentado portfolio de marcas, cada qual afeito a uma realidade regional e continental. Além do mais, o mercado norte-americano é um desafio para a InBev, posto que as vendas de cerveja neste mercado – e, especialmente, a da Budweiser, a sua nova “estrela da companhia” – vem apresentando uma trajetória de crescimento bastante fraca. Isso se explica pela crescente concorrência tanto das micro-cervejarias artesanais como o de outros tipos de bebida, como o vinho e os destilados.
Trata-se da segunda maior compra de uma empresa americana de bens de consumo da história, atrás apenas da aquisição da Gilette pela Procter & Gamble, e a terceira aquisição de uma empresa americana por uma de outro país. Acreditem meus caros, isso vai dar muito o que falar…
O negócio, no entanto, ainda não pode ser considerado fechado, posto que deverá ainda ser aprovado pelas autoridades norte-americanas competentes. E é aí que a temperatura deve subir, dado o fato da Anheuser-Busch ser considerada um ícone americano no setor de cerveja – a empresa foi fundada no final do século XIX. Há uma resistência enorme entre a população americana, especialmente na cidade de Saint Louis, no estado do Missouri, sede da empresa, dado o “choque de gestão” que os executivos da Ambev – conhecidos no mundo inteiro pela agressividade e pela política do “custo zero” – aplicaram na Interbrew: demissões em massa, cortes drásticos de custos e de privilégios entre os executivos sobreviventes, além de uma relação tensa com os sindicatos e com a comunidade local.
Na Bélgica, os caras querem ver o “capeta”, mas não querem ver um brasileiro com o crachá da AmBev
No que toca ao mercado brasileiro, a grande novidade será a volta triunfal da Budweiser aos nossos supermercados – ela já foi comercializada por pouco mais de 1 ano pela finada Antarctica, durante os anos 1990 -, agora fruto de uma estratégia de posicionamento da cerveja norte-americana como uma marca mundial. Mais especificamente, isso significa que a Bud deverá ocupar o lugar da Skol – a líder do mercado brasileiro, com três de cada dez garrafas vendidas -, como uma marca jovem, moderna e globalizada. Ações voltadas para o público jovem como o festival de musica eletrônica Skol Beats provavelmente deverão ser descontinuados, e rumores indicam que o destino da Skol é se tornar uma marca mais popular, de combate, centrada no preço…
Isso é mais uma prova de que a economia mundial está cada vez mais globalizada, e o centro do poder econômico não necessariamente está atrelado ao Hemisfério Norte. Além da AmBev, outras empresas brasileiras vem sendo bem-sucedidas em suas estratégias de internacionalização. Exemplos não faltam: Petrobras, Gerdau, Friboi, Embraer…
Como o destino é irônico: logo os americanos, defensores da livre iniciativa e do capitalismo, sofrerem este revés do destino. Além do mais pelo fato de ser uma empresa brasileira – oriunda, portanto, dos confins do mundo, reduto de bárbaros e incultos no entender deles… De uma coisa eles não podem reclamar: nossos executivos aprenderam direitinho a lição de casa…com eles!