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A FABER-CASTELL E OS "TEENAGERS"

setembro 27, 2010 2 comentários
Quem não se lembra do seu tempo de criança, quando os nossos pais nos presenteavam com coisas singelas – nada de Xboxes, PS3s, iPods, iPads e gadgets de outros tipos – tais como carrinhos de ferro, jogos de tabuleiro e deliciosas caixas de lápis de cor? 

Pelo menos esse Escriba que vos fala, em sua infância, foi generosamente presenteado pelos pais com caixas de lápis multicoloridas – às vezes com 30, 50 e até mesmo 80 lápis de diferentes e exóticas cores. Lembro como se fosse hoje, após ganhar uma caixa dessas, eu abrí-la diante dos meus olhos e me deleitar com as inúmeras possibilidades de combinações na folha de papel na minha frente que teimava em ficar incólume. Ledo engano, pois eu passava horas e horas a desenhar, colorir e preencher o espaço em branco com diferentes formas, cores e desenhos. 

Lembrança carinhosa de um tempo que não volta mais, mas que ainda encanta um quarentão de quatro costados…

Foi com essa saudosa recordação que li essa semana no jornal que a Faber-Castell – empresa alemã responsável pela produção de canetas, produtos para escola, itens de papelaria além das famosas caixas de lápis-de-cor – resolveu iniciar a criação de uma nova linha de produtos direcionada para o público de 14 a 20 anos de idade – cuja presença tímida de produtos em seu portfólio acaba por interromper a sequência de relacionamento do consumidor com a empresa, iniciada na infância.

Fundada em 1761 na cidade de Stein, no sul da Alemanha, a empresa não quer ser vista como apenas uma marca de produtos para a escola, e sim como sendo uma marca que acompanhe a vida das pessoas, segundo o atual presidente da companhia Conde Anton Wolfgang von Faber-Castell. O novo foco da empresa é ir além da infância, e oferecer produtos para consumidores na faixa de 14 a 20 anos.

A empresa iniciou estudos para o lançamento de uma linha de produtos cosméticos que porventura venham a levar a sua marca – uma iniciativa por si só ousada e inovadora. Para isto, a companhia aposta em duas coisas: primeiro, a sua expertise em cores – dado as suas famosas caixas de lápis coloridos; segundo, o fato desta já produzir cosméticos para outras empresas em suas fábricas no Brasil e na Alemanha, tais como sombras e lápis para contorno dos olhos e da boca.   

O Brasil é um grande mercado para a Faber-Castell, representando hoje cerca de 35% do faturamento global da empresa. A expectativa é que a empresa cresça cerca de 7% ao longo do ano de 2010 no mercado brasileiro.

Com a digitalização e o avanço das TICs, a companhia tem buscado reposicionar os seus produtos e investir em inovações, buscando sair da estratégia do oferecimento de produtos baratos e mais populares. O mote da empresa passa pela grande variedade de cores, apostando no gosto mais ousado dos jovens em buscar uma paleta de cores mais ampla e variada. Outra aposta é transformar os produtos em itens de presente, que podem ser aspirados e colecionados.

Como no Brasil essa faceta do portfólio de produtos é pouco conhecida, a empresa está avaliando a possibilidade de abrir quiosques coloridos e divertidos nos shoppings centers, além de investir numa melhor distribuição e comercialização dos seus produtos no varejo.

DISPUTA ACIRRADA NO MERCADO DE CAFÉ

A briga está boa no mercado brasileiro de café. Tem líder sendo ameaçado pela concorrente, e a tendência de mercado mais prenunciada para os próximos anos – além da preferência do consumidor por cafés diferenciados e gourmets – é o aumento do consumo da bebida fora de casa.

A americana Sara Lee e a israelense-brasileira 3Corações (joint venture entre a Santa Clara e a Strauss Elite) vem tendo uma disputa maneira acirrada por cada décimo do mercado nacional da bebida. Enquanto a pesquisa da Nielsen dá a liderança para a Sara Lee com 20,9% de market share contra 18,1% da 3Corações, os números do Latin Panel apresentam uma inversão de posições: em primeiro lugar, com 20,3% de share, a 3Corações, seguida da Sara Lee com 18,6% do mercado. Essa briga promete…

A 3Corações foi comprada pela israelense Strauss-Elite em 2000, e uniu-se à nordestina Santa Clara em 2005. Em seu portfólio, além da 3Corações, estão as marcas Santa Clara, Pimpinela, Letícia e Kimimo.

Por outro lado, a americana Sara Lee tornou-se a líder do mercado nacional de café em 2000, ao adquirir as marcas Pilão e Caboclo. Antes disso, sua entrada no Brasil deu-se em julho de 1998, ocasião da compra do Café do Ponto e, três meses depois, do Café Seleto.

Segundo dados da Associação Brasileira da Indústria do Café (Abic), o crescimento anual médio do consumo de café no país foi de 3,3% nos últimos cinco anos. Partindo dessa base de comparação, os dados da 3Corações são significativos, uma vez que as vendas em volume da empresa cresceram 13,6% no mesmo período-base. 

Tal crescimento pode ser explicado pelos seguintes fatos: primeiro, o forte posicionamento da empresa no mercado nordestino, um dos mais dinâmicos e de maior crescimento no Brasil; segundo, uma ação mais agressiva na região Sudeste, que apresenta a maior taxa de consumo per capita do país; terceiro, a adoção de uma estratégia de preço mais arrojada, levando a uma guerra de preços no segmento.

Para aproveitar essa onda, as empresas do setor estão apostando no segmento de consumo AFH (“away from home”), onde o consumo da bebida se dá fora da residência – leia-se local de trabalho, padarias, bares, cafeterias, hotéis e restaurantes. Na última pesquisa realizada pela Abic em 2009, 99% dos consumidores declararam consumir café em casa, e 46% declararam consumí-lo fora de suas residências – em 2003, o consumo residencial era de 95%, contra 17% fora de casa.    

REFLEXÕES DE UMA NOITE DE DOMINGO (2)…

Para quem, como eu, traz Portugal no peito, uma imensa saudade no coração, uma nostalgia incomensurável e o gosto de sal na boca…


Ó Gente da Minha Terra

Mariza

Composição: Amália Rodrigues

“É meu e vosso este fado
Destino que nos amarra
Por mais que seja negado
Às cordas de uma guitarra
Sempre que se ouve o gemido
De uma guitarra a cantar
Fica-se logo perdido
Com vontade de chorar
Ó gente da minha terra
Agora é que eu percebi
Esta tristeza que trago
Foi de vós que recebi
E pareceria ternura
Se eu me deixasse embalar
Era maior a amargura
Menos triste o meu cantar
Ó gente da minha terra
Agora é que eu percebi
Esta tristeza que trago
Foi de vós que recebi”

REFLEXÕES DE UMA NOITE DE DOMINGO (1)…

Meu Fado Meu

Mariza

Composição: Paulo de Carvalho

“Trago um fado no meu canto
Canto a noite até ser dia
Do meu povo trago pranto
No meu canto a Mouraria
Tenho saudades de mim
Do meu amor, mais amado
Eu canto um país sem fim
O mar, a terra, o meu fado
Meu fado, meu fado, meu fado, meu fado
De mim só me falto eu
Senhora da minha vida
Do sonho, digo que é meu
E dou por mim já nascida
Trago um fado no meu canto
Na minh’alma vem guardado
Vem por dentro do meu espanto
A procura do meu fado
Meu fado, meu fado, meu fado, meu fado…”

SESSÃO DE CINEMA – "O SEGREDO DE KELLS"

setembro 5, 2010 2 comentários

Vivemos em um mundo hiperealista, onde a crueza, a violência e o caos do cotidiano deixam pouco espaço para o lírico, o poético e o onírico. É nesse mundo onde o peso do real é deveras espesso e opressor, que nós esquecemos a existência humana não é feita apenas de dor, de sangue e de sofrimento. E, não raro, é na passagem para a vida adulta que tais sentimentos negativos emergem com força irresistível, deixando apenas pálidas e vagas as lembranças do tempo em que olhávamos ao nosso redor com mais magia, tolerância, poesia e mistério…


É por isso que os contos de fada, as fábulas e as histórias mitológicas evocam o que há de mais arcaico, ancestral, infantil e inconsciente dentro de nós. Quem nunca se pegou imaginando ter um martelo mágico como o de Tor, os poderes mágicos de um Cu Cucchulainn, a tenacidade dos Cavaleiros da Távola Redonda, a honra e a pureza de um Parsifal, o tirocínio de Merlin ou os poderes xamânicos de Odin?

Acrescente-se a isso as intrincadas narrativas de J.R.R. Tolkien, as Crônicas de Nárnia ou do Príncipe da Pérsia. Tudo isso sem falar nas histórias em quadrinhos, que hoje ocupam o lugar dos contos de fada e das narrativas orais das fábulas e dos mitos em tempos passados.

Foram todas essas impressões que a animação “O Segredo de Kells” (The Secret of Kells, 2009) conseguiu evocar em mim. Confesso que não sou muito fã de animações, mas o tema do filme – uma mescla de história irlandesa medieval e mitologia celta – despertou a minha atenção. E tive, durante a sua audiência, uma agradabilíssima e emocionante experiência…

Criada pelo diretor de animação irlandês Tomm Moore, “O Segredo de Kells” concorreu ao Oscar de Animação de 2010, sendo considerado um verdadeiro azarão! – haja visto a tecnologia de animação em 2D utilizada na película, um tanto ultrapassada dado os Shreks, Madagascares e Procurando Nemos da vida… 


Em verdade, isso é o que menos importa quando somos convidados a mergulhar na história do menino-noviço Brendan durante os primórdios do cristianismo irlandês, onde as práticas druídicas e o paganismo celta conviviam com as invasões nórdicas dos Vikings – alíás, tema corrente nas histórias da Irlanda, vide o famoso “The Book Of Invasions”

O roteiro entrelaça o sentimento de isolamento e estranhamento em um mundo de rápidas transformações, onde as crenças pagãs ancestrais (representadas pela floresta misteriosa que cerca o povoado) são infrutiferamente recalcadas para longe dos olhares dos habitantes do monastério, que vivem o sobressalto de ter o seu povoado destruído pelas hordas de invasores do Norte que, durante os séculos IV-V d.C., fustigavam as terras irlandesas. Impossível não ser tomado pelo senso de precariedade e instabilidade dos homens daquela época,e que apenas reforçavam o culto aos ancestrais e as divindades celtas.


Curiosamente, são justamente os temidos seres da floresta – bem entendido, os representantes da tradição antiga – que “salvam” os habitantes da pequena localidade. Além disso, a floresta é o local onde se localizam os dos frutos que dão origem a tinta mágica que permite aos artistas cristãos criarem ricas e exuberantes ilustrações que adornam o livro sagrado – o “Book of Kells”, inspiração da película, é composto por 4 evangelhos e foi escrito por monges latinos por volta do século IX d.C., sendo considerado uma das maiores relíquias da Irlanda -, permitindo que todos esses acontecimentos – fantasiosos ou não – chegassem até o nosso conhecimento nos dias de hoje.

Além das personagem receberem nome oriundos das tradições celtas – como, por exemplo, Brendan e Aidan -, outras fazem referência às tradições históricas, mitológicas e literárias do país do trevo: por exemplo, a fada Aisling (que pode ser tanto o vocábulo irlandês para “visão” ou “sonho”, como também um ser feérico segundo os Tuatha De Danann); o gato Pangun Bán (que é título de um poema irlandês do século VIII d.C.); o ancestral deus pré-cristão Crom Cruach (cujo culto, antiquíssimo, reputa-se o uso de sacrifícios humanos, e que foi extinto por São Patrício), divindade essa que era uma dos mais populares da Irlanda celta até a chegada do cristianismo.

“O Segredo de Kells” é um filme belíssimo, cheio de lirismo, poesia e metáforas que os estudiosos e conhecedores da mitologia celta irão perceber logo de cara. Apesar de ser filmado em 2D, as imagens são exuberantes e coloridíssimas, tendo destaque as belas reproduções das iluminuras medievais irlandesas – base para a arte cristã célta e hibérnica-saxônica -, além dos triskelions que são exibidos à exaustão – tanto literais quanto sugeridos – e a exuberância da floresta que embala o passeio de Brendan e Aisling na busca do material para a tinta verde mágica. 


Por ser uma explosão de cores que inebria a alma e aquece o coração, a película nos lembra que ainda é possível vivenciarmos experiências estéticas que nos levem ao estado de êxtase e de felicidade!

A trilha sonora, assinada pelo compositor francês Bruno Coulais, mescla a modernidade dos ritmos eletrônicos com a tradição dos cânticos religiosos cristãos e a beleza da música celta. Além disso, a banda folk irlandesa Kila contribui com duas canções (Epicy e Cardinal Knowledge). A minha canção favorita é a de Aisling, talvez uma das músicas que talvez mais se aproxima do que é um encontro com um ser feérico guardião da floresta que é a simpática e misteriosa fada-lobo.

Uma última observação. Caso os meus queridos leitores tenham a experiência de assistir a animação, não deixem de vem a cena entre a fada Aisling e o gato Pangun Bán! É uma das coisas mais lindas que assisti em toda a minha vida, dado o lirismo e a magia que giram em torno de um ser que convive entre os dois mundos – o real e o feérico. 


“O Segredo de Kells” é tão estrondosamente belo, que torna-se impossível não se comover com a trama. Comover-se, bem entendido, não de tristeza, mas sim de felicidade por se estar diante de uma obra de arte singular e bastante delicada.

Dizem que os deuses habitam nos detalhes. E, tal como uma iluminura medieval, “O Segredo de Kells” resgata o sentimento de que, em comunhão com a natureza e o sagrado, o homem não apenas pode reviver a sua essência mágica como pode experimentar o ápice que um projeto existencial pode ter: o de tornar a própria vida uma verdadeira obra de arte…

LANÇAMENTO DE PRODUTO 2 – TECHNICAL EMBROMATION

setembro 1, 2010 2 comentários
2-) GOLPE DE MESTRE: 






Como impressionar nas reuniões que requerem sua participação ativa, mas onde porém ninguém vai prestar  muita atenção no que você vai falar. 




COMO FALAR MUITO SEM DIZER NADA 



A tabela abaixo permite a composição de 10.827 sentenças: basta combinar, em seqüência, uma frase da primeira coluna, com uma da segunda, da terceira e da quarta (seguindo a mesma linha ou ‘pulando’ de uma linha para outra – mas respeitando: uma frase de cada coluna). 




O resultado sempre será uma sentença correta, mas sem nenhum conteúdo. 

Experimente na próxima reunião e impressione o seu chefe!!!   
MÉTODO TECHNICAL EMBROMATION
 

 
Coluna 1
Coluna 2
Coluna 3
Coluna 4
Caros colegas,
a execução deste projeto
nos obriga à análise
das nossas opções de desenvolvimento futuro.
Por outro lado,
a complexidade dos estudos efetuados
cumpre um papel essencial na formulação
das nossas metas financeiras e administrativas.
Não podemos esquecer que
a atual estrutura de organização
auxilia a preparação e a estruturação
das atitudes e das atribuições da diretoria.
Do mesmo modo,
o novo modelo estrutural aqui preconizado
contribui para a correta determinação
das novas proposições.
A prática mostra que
o desenvolvimento de formas distintas de atuação
assume importantes posições na definição
das opções básicas para o sucesso do programa.
Nunca é demais insistir que
a constante divulgação das informações
facilita a definição
do nosso sistema de formação de quadros.
A experiência mostra que
a consolidação das estruturas
prejudica a percepção da importância
das condições apropriadas para os negócios.
É fundamental ressaltar que
a análise dos diversos resultados
oferece uma boa oportunidade de verificação
dos índices pretendidos.
O incentivo ao avanço tecnológico, assim como
o início do programa de formação de atitudes
acarreta um processo de reformulação
das formas de ação.
Assim mesmo,
a expansão de nossa atividade
exige precisão e definição
dos conceitos de participação geral



Impressionado? Veja o testemunho de vários usuários satisfeitos: 


a. “Ao terminar de falar, fui aplaudido por todos de pé!”;


b. “A minha capacidade de falar em público aumentou muito desde que comecei a usar o método Technical Embromation”;
c. “Meu chefe não prestou atenção mas disse que falei muito bem durante a reunião”;
d. “Estranho foi ouvir antes dos aplausos duas pessoas gritarem BINGO”.
Categorias:Humor

LANÇAMENTO DE PRODUTO 1 – BUSINESS BINGO

Normalmente afeito a assuntos mais sérios, confesso que não resisti a tentação e resolvi postar aqui o lançamento de um novo produto para aqueles que, como esse Escriba que vos fala, acham reunião uma das coisas mais inúteis e improdutivas do mundo…
Essa piada eu recebi por e-mail de um amigo, enviado por um amigo seu que, por seu turno, a recebeu de um outro amigo respectivamente – o que evidencia o poder de difusão da web, especialmente quando o assunto é uma piada infame. O que mostra também que a internet pode ser um gigantesco repositório – ou depósito, caso queiram – de bobagens eventualmente inteligentes.
Depois de algumas horas rindo sem parar na frente do meu computador, resolvi publicá-la com o intuito de torná-la conhecida para que meus poucos porém aguerridos leitores possam gargalhar à vontade, além de permitir o compartilhamento dessa com os seus amigos, familiares e até mesmo os inimigos – aliás, existe alguém melhor para ser avacalhado do que os nossos desafetos?
Trata-se de um dos 2 produtos do Pacote “Surpreendendo em Reuniões”, um conjunto integrado de soluções para combater o tédio, o sono e falta do que fazer em reuniões extensas e improdutivas. O outro produto do pacote será publicado no post subsequente. Olhem só, e tirem vocês as suas próprias conclusões…  
Você anda driblando o sono em reuniões onde sua presença não serve para nada e você não vê a hora do ‘coffee break ‘chegar para avançar nas migalhas de biscoitos com café frio ??



Pergunto :

Você dorme durante as reuniões de trabalho? 

Você sente um tédio imenso durante as conferências, seminários e colóquios? 

Então : 



Seus problemas acabaram !!!  Foram criados dois métodos eficazes para combater esse desconforto: 


1-) BUSINESS BINGO
 



Imprima o quadro abaixo antes de começar a reunião, seminário, conferência, etc. Sempre que ouvir a palavra ou expressão contida numa das casas, marque a mesma com um (X). Quando completar uma linha, coluna ou diagonal, grite ‘BINGO ‘! 

  

Sinergia
Mentalidade
Agregar
Mercado
E-mail
Follow up
Clientes
Benefício
Parceiros
Estratégia
Sistema
Rendimento
Pró-ativo
Business
Custos
Otimização
Foco
Efetivamente 
A nível de
Recursos
Resultados
Paradigma
Projeto
Implementação
Integrar



Testemunho de jogadores satisfeitos: 





“A reunião só tinha começado havia 5 minutos quando ganhei!”;




“A minha capacidade para escutar aumentou muito desde comecei a jogar o Business Bingo”;

“A atmosfera da última reunião foi muito tensa porque 14 pessoas estavam à espera de preencher a 5ª casa”; 



“O diretor geral ficou surpreso ao ouvir oito pessoas gritando ‘BINGO’, pela 3ª vez em uma hora”;

“Agora, vou a todas as reuniões da minha organização, mesmo que não me convoquem”.

Categorias:Humor