PRÁ FRENTE BRASIL!!!

Passado o Carnaval e a decepção da Copa do Mundo, eis que o 2010 finalmente se inicia! E este é um ano fundamental para o nosso país, posto que iremos eleger a partir de novembro o novo Presidente da República para os próximos quatro anos.

Tamanha é essa responsabilidade, dado que o mundo inteiro está de olho no Brasil como potência emergente do momento. Todas as atenções estarão voltadas para nós, uma vez que temos a Copa do Mundo de Futebol em 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016 como megaeventos esportivos que mobilizam uma audiência planetária…  

Entretanto, será que os brasileiros sabem o Brasil que eles querem? Mais desenvolvimento, mais escolas, maior crescimento econômico? Melhoria da qualidade de vida das pessoas – especialmente as menos favorecidas economicamente -, redução das desigualdades sociais e, por extensão, a redução da criminalidade que assola os grandes centros urbanos?

Sem ufanismo estreito, pretensão insidiosa ou arroubos megalomaníacos, eu sei bem o Brasil que eu quero. Terra na qual nasci, que aprendi a amar desde cedo, e que me identifico cada vez mais – tanto quando vou ao exterior quanto viajo por suas inúmeras cidades, repletas de pessoas trabalhadoras, amistosas e engajadas no projeto de fazer essa país melhor a cada dia que passa!

Sem o intuito de empreender qualquer proselitismo político, eu quero um Brasil com as seguintes características:

1. Mais crianças e jovens nas escolas, adultos nas Universidades e professores e pesquisadores que possam dar sustentação a essa arrancada em que atualmente vivemos;

2. Melhores condições de vida para os mais pobres, menos impostos e mais segurança para a classe média, mais emprego e dignidade para todos os brasileiros;

3. Maior comprometimento com os destinos do país por parte dos seus habitantes, mais engajamento cidadão e um comportamento eticamente responsável e honesto – abaixo a “Lei de Gérson”, que é uma ameça ao processo civilizatório e destrói os nossos laços de pertença a uma sociedade mais justa e fraterna;

4. Mais segurança para se viver e para criar os nossos filhos, sem a violência do tráfico, das milícias e das polícias;

5. Crescimento econômico sim, mas não a qualquer preço! Quero indivíduos, empresas, governos e demais membros da sociedade civil organizada envolvidos em políticas de sustentabilidade ambiental e de responsabilidade social.

Em suma, não acredito em um conceito de crescimento econômico pautado apenas pela melhoria do padrão de consumo das famílias. Diferentemente do atual presidente, discordo frontalmente da idéia de achar que qualidade de vida equivale a comprar mais fogões, geladeiras, TVs de LCD e automóveis zero quilômetro – detalhe: todos esses bens adquiridos em prestações a perder de vista, e com juros astronômicos!

Apesar de ser um profissional de marketing e um estudioso dos fenômenos de consumo, não defendo a idéia do consumismo desenfreado como a via para a felicidade e a realização pessoal. Por consumismo, entendo o padrão cultural que conduz as pessoas a achar significado, satisfação e reconhecimento fundamentalmente por meio do consumo de bens e serviços” (Estado do Mundo 2010, Worldwatch Institute).

Não é isto que eu quero, não é isto que eu penso e não é isto que eu desejo para aqueles que amo e estimo, e para as gerações futuras!

Pensem bem na hora de votar! Depende de nós a escolha certa para que possamos arrancar em direção a um futuro melhor para todos… 
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