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Archive for maio \30\UTC 2010

AVENTURAS DO ESCRIBA NA SERRA GAÚCHA: VALE DOS VINHEDOS

Depois de uma semana de trabalho pesadíssima e recheada de fortes emoções, resolvi aliar o trabalho ao lazer. Explico melhor.Como estava encerrando uma turma neste final de semana em Caxias do Sul, resolvi “esticar” o meu pouso e aproveitar as delícias que a Serra Gaúcha propicia a qualquer reles mortal como esse Escriba que vos fala: um clima ameno e uma natureza deslumbrante, aliada a uma farta e deliciosa culinária italiana e vinhos maravilhosos de diversos tipos, gostos e apresentações…
Para começar, uma ida à Bento Gonçalves e um almocinho na galeteria Canta Maria, ao lado do pórtico de entrada da cidade. Lá, um cardápio típico da culinária dos imigrantes italianos: farto, delicioso e aconchegante. Preferi a opção dos grelhados, e logo em minha mesa chegou uma orgia de pratos e porções prá lá de generosas: para iniciar, uma sopa de capeletti, seguida de salada, queijo e polenta na chapa, o maravilhoso galeto na brasa (irrepreensível!), além de carnes vermelhas, peixes e massas de variados tipos e molhos. Tudo isso acompanhado por um belo Boscato Merlot 2005, um acompanhamento verdadeiramente inspirador!
Devidamente alimentado, parti disposto para a rota do Vale dos Vinhedos, a meca da vitivinicultura nacional. O fim do outono na região e a hibernação dos parreirais dava um certo tom desolador à paisagem de folhas caídas e amareladas, mas o clima ameno na Serra era o maior incentivo para um belo tour de degustação…
São inúmeras as vinícolas no caminho, desde as maiores até as nanicas – o que, no caso específico dessas últimas, não significa necessariamente vinhos de baixa qualidade!
Resolvi parar na sede de uma das maiores empresas do país, a Miolo. Um terreno extenso, amplo, com uma sede belíssima e caves grandiosas. Resolvi fazer o tour de degustação – que ocorre a cada 30 minutos -, e que consiste em compreender todo o processo de vinificação: desde o cultivo e a colheita das uvas, passando pelos gigantescos tonéis de aço inox, as elegantes barricas de carvalho onde os vinhos repousam e ganham corpo, até as amenas e grandiosas caves… Tudo isso se encerra numa degustação correta, porém superficial, de alguns vinhos da casa. Depois, uma passada na loja da empresa porque ninguém é de ferro…
Logo depois, bem perto da Miolo, uma passada na Cave de Pedra – uma vinícola que me surpreendeu quando degustei o seu Merlot há alguns anos atrás, mas que agora só comercializa os seus vinhos na sua loja no próprio Vale ou pela internet. Apesar de bem menor que a Miolo, seu imponente castelo feito de tijolos de basalto – uma a réplica de uma fortificação medieval – impressiona e cativa o visitante, gerando um certo charme aos vinhos da companhia. Uma rápida visita a cave da empresa ilustra o esmero na preparação do precioso líquido, bem como a sua proposta que pode ser resumida no seguinte aforisma: “menos é mais”!
Fiquei bem impressionado pelo vinho feito da uva Egiodola  – uma casta francesa exótica, que produz vinhos de um rubi intenso, bem picantes na boca e com um aroma de especiarias, pimentão e couro. Bastante condimentado, desafiador e diferente!
Confesso que, depois de tanto vinho, queijo, polenta, galeto e picanha, cheguei exausto ao hotel – de onde escrevo essas tortas e breves linhas.
Amanhã tem mais. Destino: Gramado e Canela, a famosa Rota Romântica. Depois, escrivinharei as minhas impressões…   
Categorias:Eventos, Turismo, Viagens, Vinhos

R.I.P. DENNIS HOPPER (1936 – 2010)

É só eu ficar fora do ar por alguns dias que mais uma das minhas inúmeras referências culturais se vai. Dessa vez, foi o ator norte-americano Dennis Hopper – cujo falecimento ocorreu hoje em Los Angeles, após uma batalha de 1 ano contra o câncer de próstata.
Amigo de James Dean – e que contracenou com este na antológica película Juventude Transviada (1955, dirigido por Nicholas Ray) -, Hopper ficou famoso no mundo do cinema por interpretar vilões insanos e personagens absolutamente desajustadas, com um profundo senso de inadequação e inconformismo. Afinal, quem não se lembra do auge da contracultura que foi Easy Rider (1969)? Ou então, a violência das gangues urbanas em Colors – As Cores da Violência (1988)? Isso sem falar em filmes como Apocalypse Now (1979, de Francis Ford Coppola), Veludo Azul (1986, dirigido por David Lynch) e na insanidade distópica do mundo pós-apocalíptico tal como representado em Waterworld (1995)…
Para onde estão indo os meus heróis?

R.I.P. RONNIE JAMES DIO (1942 – 2010)




Tô arrasado!!! De verdade!!! Afinal, The Evil passed away!!! 

Ronnie James Dio (1942 – 2010) se foi hoje pela manhã, e junto com ele uma parte significativa da minha juventude, que passava horas e horas a fio com os headphones “enterrados” no ouvido escutando pérolas da sua voz, em canções de bandas clássicas como Elf, Rainbow, Black Sabbath, seus discos solos e, mais recentemente, seu último trabalho com os caras do Sabbath – justamente intitulado Heaven and Hell


Dio era um monstro do rock pesado, um ícone do heavy metal! Sua voz trovejante (apesar de baixinho!), gestos caricaturais e o inconfundível sinal do “chifrudo” magnetizaram milhões de fãs ao redor do mundo que, como esse Escriba que vos fala, tinham um profundo sentimento de inconformismo, desadaptação e inadequação com esse vale de lágrimas, tristeza e sofrimento que é esse mundo ridículo em que vivemos!

Foram inúmeras as vezes que o seu vozeirão e sua atitude “metal” me salvaram do isolamento, da tristeza e da minha misantropia. Seja nos maneirismos das composições do Rainbow – tais como Long Live Rock And Roll, Kill The King, Man On The Silver Mountain, Stargazer -, seja nos clássicos do Black Sabbath Mk. 2 – músicas antológicas como Heaven and Hell, Voodoo, Mob Rules, The Sign Of The Southern Cross -, seja nos seus grandes discos solos – especialmente os iniciais, com petardos como Holy Diver, Rainbow In The Dark, We Rock, The Last In Line -, o cara era simplesmente O MÁXIMO – talvez uma das maiores encarnações do heavy metal, junto com Rob Halford do Judas Priest e Bruce Dickinson do Iron Maiden

Enfim, tudo isso hoje são lembranças de um roqueiro que se aproxima daqui há alguns dias da meia-idade, e que lamenta terrivelmente a passagem de um cara tão inspirador e vital para qualquer amante do som pesado como o Ronnie Dio. Enfim, o dia hoje está mais triste, e só me resta uma dose de uísque para me consolar – ao som da imortal Heaven and Hell

Guimarães Rosa dizia que as pessoas não morrem, ficam encantadas. É o caso do Dio, cuja imagem ficará eternizada na minha memória, e suas músicas ficarão até o último dia da minha vida em meu iPod….

“They say that life´s a caroussel, spinning fast, you´ve got to ride it well, the world is full of kings and queens who blind your eyes and steal your dreams, it´s Heaven And Hell” (Heaven and Hell, Black Sabbath, 1980).

Heaven & Hell Title Track 1980
See you in hell Dio, and long live rock and roll!!!

QUER UM iPAD?

É só passar ali, na rua Santa Ifigênia, bem no centro de São Paulo…

Lá tem de tudo o que há de novidade em termos de pirataria: games, softwares, consoles para jogos, pen-drives, celulares, MP10 “play tudo”… até mesmo o tablet da Apple – o mais novo gadget da maçã que se tornou um “frisson” no mundo inteiro…

Apesar da previsão de comercialização do produto ainda não ter sido divulgada pela Apple – e tudo indica que esta não ocorrerá tão cedo -, o brasileiro sempre dá um “jeitinho” de disponibilizá-lo para os tecnófilos, heavy users e adotantes iniciais de plantão!

O iPad, que se tornou um artigo escasso nos stands da Santa Ifigênia, está sendo vendido entre 1.600 a 2.900 reais por aparelho, dependendo da configuração – cerca de 1.000 reais a mais do que nos Estados Unidos!

Aliás, segundo pesquisa realizada pela Fecomércio-RJ e publicada na edição de hoje do jornal O Estado de S. Paulo, 46% dos brasileiros admitiu ter comprado produtos piradas em 2009 – o que gera uma perda de 20 bilhões de dólares para o país. Apesar da maioria saber que a pirataria causa desemprego (63%) e o aumento da criminalidade (69%), a maioria esmagadora dos entrevistados (94%) afirmam que compram produtos piratas pelo preço ser mais barato. Olha a nossa carga tributária escandinava aí gente…

Estima-se que 80% dos produtos piratas comercializados em nosso país sejam confeccionados na China, em Taiwan, na Coréia e no Paraguai. Ou sejam, além da evasão fiscal, essa “indústria” não gera empregos por aqui…
Categorias:Brasil, Economia

LACOSTE QUER AUMENTAR SUA PARTICIPAÇÄO NO BRASIL

A grife francesa Lacoste – mais conhecida por suas imortais camisas pólos e a inconfundível marca do “jacaré” – é mais uma das inúmeras empresas que querem expandir a sua atuação no mercado brasileiro. Afinal, quem mandou estar na moda?

Segundo projeções da empresa, a Lacoste espera crescer entre 30% a 35% durante o ano de 2010 – ela espera dobrar suas atividades no mercado brasileiro até 2012, ano em que o nosso país será a sede da Copa do Mundo de Futebol. Sem sombra de dúvida, são metas bastante ousadas. Mas nada é impossível quando o assunto é o potencial de consumo do mercado brasileiro…

A empresa pretende duplicar o número de pontos-de-venda da marca de 416 para 1.000 até 2012 – atualmente, a maioria é composta por lojas multimarcas. O número de lojas exclusivas da grife no país é de 63, sendo 2 lojas próprias – a previsão é também ampliar o número de butiques para 120 até 2012. O Brasil ocupa, atualmente, o 13o. lugar no ranking de vendas da empresa, e só no ano passado foram vendidas em nosso país aproximadamente 1 milhão de peças de vestuário da grife – número esse que a empresa pretende duplicar em 2 anos.

A marca registrada da grife é a sua famosa camisa pólo que, com uma visual clássico aliado ao vasto sortimento de cores que acompanha a paleta do arco-íris, teve uma venda total de 12,3 milhões de unidades no mundo inteiro em 2009. Apesar disso, a empresa quer diversificar o seu portfólio de produtos, apostando na venda de vestidos femininos, calças jeans e camisas sociais. A empresa também pretende aumentar a participação das roupas femininas, que atualmente são responsáveis por aproximadamente 20% das vendas totais da grife.

Além da modernização dos pontos-de-venda, a empresa também está investindo na ampliação do leque de produtos, tais como perfumes, bijuterias, relógios, roupas de cama e de banho, além de outros acessórios. Além disso, a Lacoste inaugura no mês de junho a sua primeira loja virtual – primeiro na França, e depois na Inglaterra e na Alemanha. Também visando o mercado jovem, a empresa lançou em 2009 a Lacoste Red!, cujas vendas representam cerca de 4% do faturamento total da empresa. 
   
A marca foi fundada em 1933 pelo tenista francês René Lacoste, cujos descendentes detém 65% da companhia. Atualmente, ela possui 1,1 mil lojas espalhadas por 114 países, e em 2009 a empresa obteve um lucro de €1,4 bilhão – uma redução de 6,6% frente aos resultados de 2009.   

Os principais mercados da grife do “jacaré” são os Estados Unidos, a França, a Itália, a Grã-Bretanha e a Espanha. A grife procura aliar cores vibrantes às suas peças tradicionais de vestuário, dando um “ar” de clássico esportivo despojado que é a sua marca registrada.

CLASSES A E B VÃO AO COMÉRCIO POPULAR DE RUA

O Brasil realmente é um país deveras interessante – eu diria, um paradoxo gigante ao ar livre. Por exemplo, quem disse que só as classes econômicas menos favorecidas compram no comércio de rua popular?

Comprar em ruas como a 25 de Março em São Paulo, na Rua Antônio Agu em Osasco (SP), ou então no complexo de ruas do Saara no centro da cidade do Rio de Janeiro estão longe de ser exclusividade das classes C, D e E. Segundo pesquisa recente do instituto TNS Research, publicada na edição de ontem do periódico Brasil Econômico, os mais ricos compram cada vez mais nesses verdadeiros “shopping centers” populares e ao ar livre. Afinal, como diria a minha velha e saudadosa avó, dinheiro não é capim e não nasce em árvore…

Profissionais liberais e funcionários públicos, especialmente em dias de pico e na véspera de datas comemorativas (Dia das Mães, Dia das Crianças e Natal), vem engrossando a lista de frequentadores desses pólos comerciais, que tanto fascinam quanto intrigam os estrangeiros em visita ao nosso país. Por exemplo, nessas datas comemorativas, o fluxo de consumidores das classes econômicas A e B aumenta em cerca de 40% nos arredores da Rua Antônio Agu em Osasco, na Grande São Paulo. Só nesse centro comercial, circulam por dia cerca de 150 mil pessoas – em datas festivas como o Natal, o número pode chegar até 850 mil consumidores!

Também em São Paulo, a 25 de março – considerado a maior rua comercial popular do país -, recebeu 1 milhão de pessoas só no Natal do ano passado.

No Saara carioca, o fluxo de consumidores também é bastante significativo. Por dia, circulam cerca de 70 mil consumidores pelas 1.200 lojas que compõem a região, cujos proprietários são judeus, árabes, espanhóis, portugueses, coreanos, chineses e gregos. São gerados aproximadamente cerca de 7,5 mil empregos diretos.

GRAFITE NA SELEÇÃO??? TÁ DE SACANAGEM!!!

Eu sei que nessa época são mais de 190 milhões de técnicos de futebol espalhados pelo nosso país, cada qual com seus gostos, preferências e paixões clubísticas. No entanto, como sou brasileiro e não desisto nunca (que clichê horroroso!), aproveito a generosidade democrática da blogsfera para deixar marcado o meu protesto ciberespacial: Ô DUNGA!!! GRAFITE NA SELEÇÃO??? TÁ DE SACANAGEM!!!

Essa seleção que irá disputar a Copa do Mundo na África do Sul dentro de pouco mais de um mês está com uma tremenda “pinta” do selecionado de 1994: um monte de volantes de contenção batendo cabeça lá atrás, um fio de esperança de criatividade no meio de campo, e dois atacantes largados lá na frente. Vejamos…

No time retrancado de Parreira de 1994, tínhamos “trombadores” como Mauro Silva, Dunga e Mazinho. Agora, 16 anos depois, vamos de Gilberto Silva (argh!), Felipe Melo (credincruz!), Josué (Deus me livre!) e Elano (vou chamar o raul!). É dose para mamute tanta ruindade futebolística junta!!!

Noves fora, eu particularmente gosto do Ramires e do Kleberson mas, em especial este último, precisa recuperar a regularidade para que o seu jogo seja consistente. Como também acho que o Júlio Baptista (que não é nenhuma Brastemp!) pode ser útil em algumas situações, por ser um jogador forte e que não foge do contato e do jogo bruto. Além de ser um finalizador nos momentos decisivos – vide a final da última Copa América contra a Argentina…

Ainda assim, o “fantasma” de 1994 ronda essa seleção: o de depender demasiadamente do lampejo de genialidade de um craque no meio-de-campo, dado o excesso de volantes. E o perigo é o Kaká repetir a atuação do Raí naquela Copa…

Quem se lembra de 1994 sabe que o Raí não jogou p|@#¼½¬_ nenhuma! Dado o fiasco da sua atuação, tivemos que aturar em campo elementos como o “possante” Zinho (vulgo “enceradeira”) e o “magistral” Mazinho. Ou seja, foi um Deus nos acuda, e a sorte é que tínhamos os geniais Romário e Bebeto lá na frente resolvendo a parada – alem, é claro, da “bomba santa” do lateral esquerdo Branco…

Kaká vem de uma lesão séria no púbis, e somente há pouco retornou ao time do Real Madrid. Caso ele não renda o suficiente, com o atual desenho tático do Dunga, não temos peças de reposição à altura – infelizmente Ronaldinho Gaúcho já desapareceu há muito tempo, e o PH Ganso ainda é uma promessa, mas que poderia sentir o peso da amarelinha na hora do bicho pegar em campo…

Além disso, Robinho, Luís Fabiano e Nilmar são bons jogadores, mas nem chegam perto do patamar da dupla de ataque tetracampeã. E, como já faz parte do folclore, o Dunga chamou um camarada chamado Grafite (quem?), que atualmente joga no Wolfsburg (que time é esse?) na Bundesliga (onde?). Assim como o Telê sismou com o Serginho em 1982 e com o Elzo em 1986, o Lazaroni com o Alemão em 1990, o Zagalo com o Júnior Baiano em 1998, Dunga deu a sua contribuição ao anedotário canarinho chamando esse mulambo medonho ruim de bola para a última vaga do ataque do escrete brasileiro, graças à incomensurável incompetência do Adriano…
Para mim, um time com Grafite só pode funcionar com Valdir Papel como companheiro de ataque. Só assim para rabiscar as defesas adversárias!

Ainda bem que a “jeguice” não é o apanágio exclusivo do nosso técnico. Também nas outras seleções os treinadores andaram inventando nas convocações…

Na Itália, o Marcelo Lippi deixou o “queridinho” atacante Totti de fora. Já Maradona, que não é bem um exemplo de sanidade mental, deixou de lado jogadores como Cambiasso, Gago e Zanetti, além de chamar o folclórico atacante do Boca Jrs. Palermo (mais conhecido por perder três cobranças de pênaltis seguidas!) . Na França, o técnico “limou” o Benzema e o Nasri. E, para completar, na Holanda o rifado foi o outrora badalado centroavante Von Nilsterooy.

Enfim, não sou anti-patriota, mas acho muito difícil o Brasil levar o “caneco” esse ano. Dunga, coerente com o seu passado de ruindade futebolística, montou uma seleção retrancada, feia, pouco criativa e repleta de panelas – a famosa “panela” do Dunga. 

Menos mal porque, caso a gente fracasse esse ano (tudo leva a crer que sim!), a seleção vem “mordida” e “pilhada” para a Copa de 2014. Por ser jogada aqui no Brasil (se os estádios ficarem prontos, se o transporte público de massa ficar pronto, se os aeroportos ficarem prontos, se não houver ladroagem, roubalheira e superfaturamento…), nós esculhambamos e ganhamos de todo mundo. Logo, decreta-se feriado nacional por um mês… Depois, duas semanas de Carnaval fora de época… Depois, feriado cívico por mais 15 dias… Depois…

Enfim, seja os que os deuses quiserem. Por via das dúvidas, vou comprar 50 caixas de Isordil para aturar esse time…

PS (1): Palmas para o Dunga não levar o Adriano! O cara é problemático, complicado, não anda jogando nada no meu Mengão, e parece um museu ambulante – vive de nome e de passado. Quem sabe, depois dessa puta rasteira, ele assume a sua verdadeira identidade, e vira moto-taxista na favela da Chatuba, distribuindo McLanche feliz para a garotada nas vielas da comunidade, e ainda faz um churrasquinho, solta uma pipa e toca um funk na laje?

PS (2): Adriano, vaza, pois a tua hora já chegou!!! Você já caiu de maduro e só você não sabe!

PS (3): Todos as esculhambações anteriores cairão por terra, se o Adriano arrebentar contra os chilenos amanhã! Prefiro queimar a minha língua com esse mané, do que o Mengão ser desclassificado da Libertadores, que tá molezinha de ganhar…