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Archive for junho \30\UTC 2009

>EU SOU! VOCÊ TAMBÉM É?

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EU SOU! VOCÊ TAMBÉM É?

EU SOU! VOCÊ TAMBÉM É?

A RIVALIDADE ENTRE RIO E SÃO PAULO ACABA NA MESA DO RESTAURANTE

Calma gente! Esse Escriba que vos fala não endoidou de vez! Antes que pensem que eu definitivamente me mudei para Moema, Paraíso ou Vila Mariana, ainda continuo sendo o mesmo “carioca da gema”: nascido e criado no subúrbio, filho das entranhas daquela que é a minha Cidade Maravilhosa, a cidade mais linda do mundo! Entretanto, isto não me impede de ver as delícias e as benesses de outras cidades espalhadas por esse nosso país. Afinal, essa minha profissão doublê de professor/caixeiro-viajante tem lá as suas vantagens…

Sou um carioca que gosta muito de São Paulo, apesar da garoa insistente e chata, da ausência da praia e do trânsito infernal – muito mais tétrico do que o vivido por essas pangas de cá. Falar da vida noturna de Sampa é “chover no molhado”: suas livrarias, cafés, restaurantes, bares, centros culturais, teatros e casas de show são tudo de bom! Prá ficar perfeito, só faltava a praia e o sol. Mas, como nem tudo é perfeito…
Uma parte do que há de melhor na “terra da garoa” vem chegando de mansinho no Rio de Janeiro, a partir da chegada de redes de restaurantes paulistanos como Bráz (pizzas), America (hambúrgueres) e Galeto´s (galetos com e sem osso). Quanto à pizza paulistana, ela é “hors-concours”: sequinha, massa fina e crocante e ingredientes de primeira qualidade. A America é uma rede velha conhecida minha, e às vezes quando vou com a minha esposa à São Paulo dou um jeito de almoçar por lá (coisa que a patroa não gosta muito, pois ela acha que engorda – e ela tem razão!). Já na última vez que estive em Sampa, almoçei com ela no Galeto´s do Shopping Eldorado, e ficamos maravilhados com o franguinho desossado, o creme de milho divino, o risoto de funghi caprichado e a polentinha quentinha e crocante – uma delícia! É de saborear rezando!
Como as três redes aportaram por aqui, é uma chance que os meus conterrâneos possam aproveitar um pouquinho da culinária paulistana. Não é à toa que o sucesso inicial dos restaurantes por aqui se deve ao elevado contingente de cariocas que vão à Sampa à trabalho durante a semana, e retornam na sexta-feira para curtir as praias e o sol carioca. Dentre os quais, evidentemente, esse Escriba que vos fala se encontra…
Só para se ter uma idéia de como esses restaurantes estão “bombando”, a filial carioca da pizzaria Bráz – localizada no Jardim Botânico – fatura mais do que os três restaurantes da rede em São Paulo. Além disso, o consumo de vinho é três vezes maior aqui do que lá (apesar da broxante Lei Seca). Em agosto próximo, a rede vai abrir o seu segundo restaurante na glamurosa Barra da Tijuca…
A Galeto´s inaugurou em abril desse ano a sua primeira unidade carioca no Barra Shopping, e é um sucesso absoluto – eu mesmo já estive lá almoçando com a minha esposa. A filial carioca já ocupa o segundo lugar em faturamento da rede, e está negociando a abertura de um segundo ponto no Rio no ano que vem, além de inaugurar ainda esse ano uma filial em Brasília.
Por fim, a América chegou primeiro no mercado carioca – mais especificamente em 2007 -, e também foi recebida de braços abertos por todos nós. A unidade é a 5a. colocada no quesito tíquete médio da rede, que é composta por um total de 14 restaurantes.
Como se pode ver, a velha rivalidade entre cariocas e paulistas continua animada. E, com certeza, o melhor lugar para discutí-las é na mesa do restaurante. O melhor de tudo é que o chope é geladinho e cremoso, uma delícia! Apesar desse inferno que é a tal da Lei Seca, e que tolhe esse pobre Escriba de beber em paz a sua garrinha de vinho…

A RIVALIDADE ENTRE RIO E SÃO PAULO ACABA NA MESA DO RESTAURANTE

Calma gente! Esse Escriba que vos fala não endoidou de vez! Antes que pensem que eu definitivamente me mudei para Moema, Paraíso ou Vila Mariana, ainda continuo sendo o mesmo “carioca da gema”: nascido e criado no subúrbio, filho das entranhas daquela que é a minha Cidade Maravilhosa, a cidade mais linda do mundo! Entretanto, isto não me impede de ver as delícias e as benesses de outras cidades espalhadas por esse nosso país. Afinal, essa minha profissão doublê de professor/caixeiro-viajante tem lá as suas vantagens…

Sou um carioca que gosta muito de São Paulo, apesar da garoa insistente e chata, da ausência da praia e do trânsito infernal – muito mais tétrico do que o vivido por essas pangas de cá. Falar da vida noturna de Sampa é “chover no molhado”: suas livrarias, cafés, restaurantes, bares, centros culturais, teatros e casas de show são tudo de bom! Prá ficar perfeito, só faltava a praia e o sol. Mas, como nem tudo é perfeito…
Uma parte do que há de melhor na “terra da garoa” vem chegando de mansinho no Rio de Janeiro, a partir da chegada de redes de restaurantes paulistanos como Bráz (pizzas), America (hambúrgueres) e Galeto´s (galetos com e sem osso). Quanto à pizza paulistana, ela é “hors-concours”: sequinha, massa fina e crocante e ingredientes de primeira qualidade. A America é uma rede velha conhecida minha, e às vezes quando vou com a minha esposa à São Paulo dou um jeito de almoçar por lá (coisa que a patroa não gosta muito, pois ela acha que engorda – e ela tem razão!). Já na última vez que estive em Sampa, almoçei com ela no Galeto´s do Shopping Eldorado, e ficamos maravilhados com o franguinho desossado, o creme de milho divino, o risoto de funghi caprichado e a polentinha quentinha e crocante – uma delícia! É de saborear rezando!
Como as três redes aportaram por aqui, é uma chance que os meus conterrâneos possam aproveitar um pouquinho da culinária paulistana. Não é à toa que o sucesso inicial dos restaurantes por aqui se deve ao elevado contingente de cariocas que vão à Sampa à trabalho durante a semana, e retornam na sexta-feira para curtir as praias e o sol carioca. Dentre os quais, evidentemente, esse Escriba que vos fala se encontra…
Só para se ter uma idéia de como esses restaurantes estão “bombando”, a filial carioca da pizzaria Bráz – localizada no Jardim Botânico – fatura mais do que os três restaurantes da rede em São Paulo. Além disso, o consumo de vinho é três vezes maior aqui do que lá (apesar da broxante Lei Seca). Em agosto próximo, a rede vai abrir o seu segundo restaurante na glamurosa Barra da Tijuca…
A Galeto´s inaugurou em abril desse ano a sua primeira unidade carioca no Barra Shopping, e é um sucesso absoluto – eu mesmo já estive lá almoçando com a minha esposa. A filial carioca já ocupa o segundo lugar em faturamento da rede, e está negociando a abertura de um segundo ponto no Rio no ano que vem, além de inaugurar ainda esse ano uma filial em Brasília.
Por fim, a América chegou primeiro no mercado carioca – mais especificamente em 2007 -, e também foi recebida de braços abertos por todos nós. A unidade é a 5a. colocada no quesito tíquete médio da rede, que é composta por um total de 14 restaurantes.
Como se pode ver, a velha rivalidade entre cariocas e paulistas continua animada. E, com certeza, o melhor lugar para discutí-las é na mesa do restaurante. O melhor de tudo é que o chope é geladinho e cremoso, uma delícia! Apesar desse inferno que é a tal da Lei Seca, e que tolhe esse pobre Escriba de beber em paz a sua garrinha de vinho…

A RIVALIDADE ENTRE RIO E SÃO PAULO ACABA NA MESA DO RESTAURANTE

Calma gente! Esse Escriba que vos fala não endoidou de vez! Antes que pensem que eu definitivamente me mudei para Moema, Paraíso ou Vila Mariana, ainda continuo sendo o mesmo “carioca da gema”: nascido e criado no subúrbio, filho das entranhas daquela que é a minha Cidade Maravilhosa, a cidade mais linda do mundo! Entretanto, isto não me impede de ver as delícias e as benesses de outras cidades espalhadas por esse nosso país. Afinal, essa minha profissão doublê de professor/caixeiro-viajante tem lá as suas vantagens…

Sou um carioca que gosta muito de São Paulo, apesar da garoa insistente e chata, da ausência da praia e do trânsito infernal – muito mais tétrico do que o vivido por essas pangas de cá. Falar da vida noturna de Sampa é “chover no molhado”: suas livrarias, cafés, restaurantes, bares, centros culturais, teatros e casas de show são tudo de bom! Prá ficar perfeito, só faltava a praia e o sol. Mas, como nem tudo é perfeito…
Uma parte do que há de melhor na “terra da garoa” vem chegando de mansinho no Rio de Janeiro, a partir da chegada de redes de restaurantes paulistanos como Bráz (pizzas), America (hambúrgueres) e Galeto´s (galetos com e sem osso). Quanto à pizza paulistana, ela é “hors-concours”: sequinha, massa fina e crocante e ingredientes de primeira qualidade. A America é uma rede velha conhecida minha, e às vezes quando vou com a minha esposa à São Paulo dou um jeito de almoçar por lá (coisa que a patroa não gosta muito, pois ela acha que engorda – e ela tem razão!). Já na última vez que estive em Sampa, almoçei com ela no Galeto´s do Shopping Eldorado, e ficamos maravilhados com o franguinho desossado, o creme de milho divino, o risoto de funghi caprichado e a polentinha quentinha e crocante – uma delícia! É de saborear rezando!
Como as três redes aportaram por aqui, é uma chance que os meus conterrâneos possam aproveitar um pouquinho da culinária paulistana. Não é à toa que o sucesso inicial dos restaurantes por aqui se deve ao elevado contingente de cariocas que vão à Sampa à trabalho durante a semana, e retornam na sexta-feira para curtir as praias e o sol carioca. Dentre os quais, evidentemente, esse Escriba que vos fala se encontra…
Só para se ter uma idéia de como esses restaurantes estão “bombando”, a filial carioca da pizzaria Bráz – localizada no Jardim Botânico – fatura mais do que os três restaurantes da rede em São Paulo. Além disso, o consumo de vinho é três vezes maior aqui do que lá (apesar da broxante Lei Seca). Em agosto próximo, a rede vai abrir o seu segundo restaurante na glamurosa Barra da Tijuca…
A Galeto´s inaugurou em abril desse ano a sua primeira unidade carioca no Barra Shopping, e é um sucesso absoluto – eu mesmo já estive lá almoçando com a minha esposa. A filial carioca já ocupa o segundo lugar em faturamento da rede, e está negociando a abertura de um segundo ponto no Rio no ano que vem, além de inaugurar ainda esse ano uma filial em Brasília.
Por fim, a América chegou primeiro no mercado carioca – mais especificamente em 2007 -, e também foi recebida de braços abertos por todos nós. A unidade é a 5a. colocada no quesito tíquete médio da rede, que é composta por um total de 14 restaurantes.
Como se pode ver, a velha rivalidade entre cariocas e paulistas continua animada. E, com certeza, o melhor lugar para discutí-las é na mesa do restaurante. O melhor de tudo é que o chope é geladinho e cremoso, uma delícia! Apesar desse inferno que é a tal da Lei Seca, e que tolhe esse pobre Escriba de beber em paz a sua garrinha de vinho…

>PERFIS DE USUÁRIOS DE TECNOLOGIA

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Li uma reportagem bastante interessante no caderno de informática do jornal O Globo da segunda-feira passada, com base em uma pesquisa do instituto norte-americano Pew Internet & American Life Project acerca dos diferentes perfis dos usuários das Tecnologias da Informação e da Comunicação (TICs).

O levantamento teve início em 2007, e terminou no início de 2009, tendo entrevistado cerca de 3.500 norte-americanos sobre os seus hábitos a respeito da tecnologia, e classificou os usuários em 10 perfis diferenciados que vão desde os heavy users até os info-excluídos. O arquivo é bastante grande, e vou dissecá-lo na próxima semana. Como aperitivo, alguns highlights da pesquisa, conforme publicado no periódico carioca.

Os heavy users das TICs são denominados de “colaboradores digitais” (digital collaborators), de longe os pesquisados que possuem a maior intimidade com as TICs, segundo o survey. Quase todos conectam a internet via banda larga, possuem PC, notebook e smartphone, e a grande maioria também é possuidora de players de MP3 e câmeras digitais. Em média, 70% desses usuários são donos de filmadoras e gravadores digitais, e são internautas veteranos – aproximadamente, 12 anos de navegação contínua na rede.

Os “conectados ambivalentes” (ambivalent networkers) estão em um grau abaixo do segmento anterior, sendo composto por pessoas que são íntimas das TICs sem deixar que estas atrapalhem ou invadam o seu cotidiano, seja em casa ou no trabalho. Por um lado, buscam e assistem conteúdo – filmes, programas de televisão e música – pelo laptop ou pelo smartphone, mas tomam a precaução de não misturar tais hábitos com o cotidiano de trabalho. Em suma, são pessoas que não gostam de twittar, deixar scraps ou bater-papo no MSN durante o expediente.

Já os “telefones sem fio” (media movers) são os “agregadores de conteúdo” do ciberespaço. Explico melhor: estes são responsáveis pela busca de informação na rede – notícias, músicas, fofocas, fotos, pesquisas – e a sua respectiva distribuição nas redes virtuais de relacionamento. São heavy users de blogs, listas de discussões, fotologs e outras ferramentas de relacionamento, sendo verdadeiras “antenas” do ciberespaço.

Outro perfil levantado pela pesquisa é o dos “hotspots ambulantes” (roving nodes). Estes são parecidos com os “colaboradores digitais”, porém dão preferência ao smartphone e acessam a rede, enviam e-mails e mensagens de texto, batem-papo no MSN, tudo pelo telefone celular. Não gostam das ferramentas de relacionamento social e dos blogs, mas são o perfil que mais privilegia a mobilidade dentre os outros abordados no survey.

Os “novatos móveis” (mobile newbies) são os newcommers do mundo das TICs, e seu contato com a internet se dá por intermédio da telefonia móvel. Mesmo tendo acesso à internet em suas residências, estes indivíduos preferem os telefones celulares do que os PCs e os notebooks ao acessá-la. Na verdade esse segmento é composto em sua grande maioria por usuários mais jovens que estão dando os seus primeiros passos no mundo da cibercultura.

Os usuários mais velhos – também conhecido com a denominação de “migrantes digitais” – são representados pelos “veteranos do PC”, que dão preferência ao desktop quando o assunto é navegar no ciberespaço. São resistentes à mobilidade, e preferem acessar o conteúdo da rede por intermédio de seus PCs em suas residências ou nos locais de trabalho. Normalmente, professores universitários e pesquisadores são a grande maioria nesse segmento.

Os “navegantes saudáveis” (drifting surfers) são internautas experientes – com 8 anos de navegação, em média – mas que não se deixam contaminar pela velocidade contagiante das TICs. Conseguem articular bem o uso das TICs com suas outras atividades do dia-a-dia, sem entrarem no estresse ou na paranóia típica dos heavy users. São os usuários mais “safos”, descolados e espertos de todos os pesquisados, por aproveitarem o melhor que as TICs oferecem sem que estas interfiram em sua rotina.

O oposto desse perfil é o dos “sobrecarregados”, que abrangem cerca de 10% dos usuários ouvidos pela pesquisa. São homens, em sua maioria esmagadora, que passaram dos 50 anos, e têm uma enorme dificuldade em lidar com o gigantesco volume de informação disponível na rede. Normalmente, precisam da ajuda de outros usuários para que lidem melhor com PCs, notebooks, smartphones e telefones celulares.

Outros 10% dos adultos pesquisados se encaixam na categoria dos “indiferentes”, aqueles que não se sentem seduzidos pelas maravilhas prometidas pelas TICs, apesar da grande maioria possuir celular e acesso à internet. Apesar disso, utilizam pouco essas ferramentas, e buscam outros meios para se informarem, estabelecerem contato com familiares e outras pessoas.

Por fim, os “sem rede” ou info-excluídos. Segundo a pesquisa, cerca de 14% dos entrevistados não possuem nem computador, nem internet e nem telefone celular. Vale lembrar que apenas um quinto da população mundial está conectada à internet. É uma realidade presente nos países em desenvolvimento e do terceiro mundo.