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Archive for maio \31\UTC 2009

MERCADO DE VINHOS CRESCE NO BRASIL

wines-from-brazilA vitivinicultura brasileira está de vento em popa. Segundo dados recentes do setor, alguns fabricantes conseguiram aumentar as suas vendas em até 30% no primeiro quadrimestre de 2009. E a melhor notícia para a indústria nacional é que as importações mantiveram-se em nível constante ao ano passado. De janeiro a abril de 2009, a venda dos vinhos brasileiros no mercado interno cresceu cerca de 12,7% em relação ao mesmo período do ano passado, e os importados tiveram um crescimento nas vendas de apenas 3%.

 
A vinícola gaúcha Dal Pizzol, por exemplo, teve um crescimento de 25% das vendas de vinhos e espumantes nesse início de 2009. Outra vinícola nacional de destaque, a Casa Valduga, estabeleceu como meta a ser atingida em 2009 o ousado patamar de crescimento de 20% nas vendas, uma vez que a empresa apresentou um aumento de 30% nas vendas nesse começo de 2009.

Já no front externo, o programa Wines from Brazil, desenvolvido em uma parceria entre o Instituto Brasileiro do Vinho e a Agência Brasileira de Exportações (Apex) está obtendo ótimos resultados. A venda de vinhos nacionais para o mercado externo cresceu 85,9% de janeiro a março desse ano, especialmente em países como Alemanha, Inglaterra, Holanda, Estados Unidos, Hong Kong e Cingapura. A projeção para 2009 é otimista, e espera-se um crescimento de cerca de 30% no volume exportado dos vinhos brasileiros ao mercado externo.

No que toca à importação, a crise econômica mundial atingiu em cheio os importadores brasileiros. Além de apresentar um crescimento discreto nas vendas, os consumidores brasileiros estão troando os vinhos mais caros por marcas mais baratas, numa clara migração para vinhos com a maior relação custo-benefício. Entre janeiro e abril de 2009, foram importadas cerca de 11,7 milhões de garrafas – um aumento de 2,6% em comparação ao mesmo período do ano passado.

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MERCADO DE VINHOS CRESCE NO BRASIL

A vitivinicultura brasileira está de vento em popa. Segundo dados recentes do setor, alguns fabricantes conseguiram aumentar as suas vendas em até 30% no primeiro quadrimestre de 2009. E a melhor notícia para a indústria nacional é que as importações mantiveram-se em nível constante ao ano passado. De janeiro a abril de 2009, a venda dos vinhos brasileiros no mercado interno cresceu cerca de 12,7% em relação ao mesmo período do ano passado, e os importados tiveram um crescimento nas vendas de apenas 3%.

A vinícola gaúcha Dal Pizzol, por exemplo, teve um crescimento de 25% das vendas de vinhos e espumantes nesse início de 2009. Outra vinícola nacional de destaque, a Casa Valduga, estabeleceu como meta a ser atingida em 2009 o ousado patamar de crescimento de 20% nas vendas, uma vez que a empresa apresentou um aumento de 30% nas vendas nesse começo de 2009.

Já no front externo, o programa Wines from Brazil, desenvolvido em uma parceria entre o Instituto Brasileiro do Vinho e a Agência Brasileira de Exportações (Apex) está obtendo ótimos resultados. A venda de vinhos nacionais para o mercado externo cresceu 85,9% de janeiro a março desse ano, especialmente em países como Alemanha, Inglaterra, Holanda, Estados Unidos, Hong Kong e Cingapura. A projeção para 2009 é otimista, e espera-se um crescimento de cerca de 30% no volume exportado dos vinhos brasileiros ao mercado externo.

No que toca à importação, a crise econômica mundial atingiu em cheio os importadores brasileiros. Além de apresentar um crescimento discreto nas vendas, os consumidores brasileiros estão troando os vinhos mais caros por marcas mais baratas, numa clara migração para vinhos com a maior relação custo-benefício. Entre janeiro e abril de 2009, foram importadas cerca de 11,7 milhões de garrafas – um aumento de 2,6% em comparação ao mesmo período do ano passado.

MERCADO DE VINHOS CRESCE NO BRASIL

A vitivinicultura brasileira está de vento em popa. Segundo dados recentes do setor, alguns fabricantes conseguiram aumentar as suas vendas em até 30% no primeiro quadrimestre de 2009. E a melhor notícia para a indústria nacional é que as importações mantiveram-se em nível constante ao ano passado. De janeiro a abril de 2009, a venda dos vinhos brasileiros no mercado interno cresceu cerca de 12,7% em relação ao mesmo período do ano passado, e os importados tiveram um crescimento nas vendas de apenas 3%.

A vinícola gaúcha Dal Pizzol, por exemplo, teve um crescimento de 25% das vendas de vinhos e espumantes nesse início de 2009. Outra vinícola nacional de destaque, a Casa Valduga, estabeleceu como meta a ser atingida em 2009 o ousado patamar de crescimento de 20% nas vendas, uma vez que a empresa apresentou um aumento de 30% nas vendas nesse começo de 2009.

Já no front externo, o programa Wines from Brazil, desenvolvido em uma parceria entre o Instituto Brasileiro do Vinho e a Agência Brasileira de Exportações (Apex) está obtendo ótimos resultados. A venda de vinhos nacionais para o mercado externo cresceu 85,9% de janeiro a março desse ano, especialmente em países como Alemanha, Inglaterra, Holanda, Estados Unidos, Hong Kong e Cingapura. A projeção para 2009 é otimista, e espera-se um crescimento de cerca de 30% no volume exportado dos vinhos brasileiros ao mercado externo.

No que toca à importação, a crise econômica mundial atingiu em cheio os importadores brasileiros. Além de apresentar um crescimento discreto nas vendas, os consumidores brasileiros estão troando os vinhos mais caros por marcas mais baratas, numa clara migração para vinhos com a maior relação custo-benefício. Entre janeiro e abril de 2009, foram importadas cerca de 11,7 milhões de garrafas – um aumento de 2,6% em comparação ao mesmo período do ano passado.

MERCADO DE VINHOS CRESCE NO BRASIL

A vitivinicultura brasileira está de vento em popa. Segundo dados recentes do setor, alguns fabricantes conseguiram aumentar as suas vendas em até 30% no primeiro quadrimestre de 2009. E a melhor notícia para a indústria nacional é que as importações mantiveram-se em nível constante ao ano passado. De janeiro a abril de 2009, a venda dos vinhos brasileiros no mercado interno cresceu cerca de 12,7% em relação ao mesmo período do ano passado, e os importados tiveram um crescimento nas vendas de apenas 3%.

A vinícola gaúcha Dal Pizzol, por exemplo, teve um crescimento de 25% das vendas de vinhos e espumantes nesse início de 2009. Outra vinícola nacional de destaque, a Casa Valduga, estabeleceu como meta a ser atingida em 2009 o ousado patamar de crescimento de 20% nas vendas, uma vez que a empresa apresentou um aumento de 30% nas vendas nesse começo de 2009.

Já no front externo, o programa Wines from Brazil, desenvolvido em uma parceria entre o Instituto Brasileiro do Vinho e a Agência Brasileira de Exportações (Apex) está obtendo ótimos resultados. A venda de vinhos nacionais para o mercado externo cresceu 85,9% de janeiro a março desse ano, especialmente em países como Alemanha, Inglaterra, Holanda, Estados Unidos, Hong Kong e Cingapura. A projeção para 2009 é otimista, e espera-se um crescimento de cerca de 30% no volume exportado dos vinhos brasileiros ao mercado externo.

No que toca à importação, a crise econômica mundial atingiu em cheio os importadores brasileiros. Além de apresentar um crescimento discreto nas vendas, os consumidores brasileiros estão troando os vinhos mais caros por marcas mais baratas, numa clara migração para vinhos com a maior relação custo-benefício. Entre janeiro e abril de 2009, foram importadas cerca de 11,7 milhões de garrafas – um aumento de 2,6% em comparação ao mesmo período do ano passado.

PRAGMA FAZ DOIS ANOS!!!

champagne(2)Nesta maluquice interminável que foram as duas últimas semanas da minha vida – viagens pelos quatro cantos do Brasil – mal tive tempo de comemorar com os meus leitores mais esta data importante.

 
Há cerca de dois anos atrás, o PRAGMA entrava no ar – a bem da verdade, os seus primeiros meses foram em outro provedor – de maneira despretensiosa e, até certo ponto, o que eu estava criando era uma grande incógnita para mim. Não sabia o que era nem para onde iria. Nesta época, a moda dos blogs estava começando a crescer na internet, e encarei a mera perspectiva de tornar-me um blogueiro algo inusitado, meio que por curiosidade pela própria ferramenta – instigado por um questionamento acadêmico, posto que sou um pesquisador da Sociedade do Conhecimento e das manifestações da cibercultura -, meio que motivado pela possibilidade de sistematizar o meu pensamento, uma vez que me interesso por diversos assuntos, e às vezes tenho dificuldade de colocá-lo no “papel” (que trocadilho infame!)…

O que começou como uma simples distração foi tomando corpo, ficou um pouco mais “sério”, e agora é parte integrante da minha atividade profissional. Além de ser um veículo de difusão das minhas idéias e pensamentos o blog é, sem dúvida alguma, uma poderosa ferramenta de relacionamento social com as mais diversas audiências – desde os meus alunos-leitores de graduação e de pós-graduação, que são mais frequentes nesse espaço, até os leitores de “fora” ou eventuais que, movidos pela “ciber-curiosidade”, acabam chegando neste espaço graças a uma “googleada”. Para esse Escriba que vos fala, que viaja muito pelos quatro cantos desse nosso Brasil, blogar é uma “mão na roda” quando o assunto tanto é dissertar sobre uma tema sério e palpitante, quanto em ocasiões onde desejo postar um comentário relaxado, descompromissado e irônico…

A conclusão a que cheguei é a seguinte: blogar é uma atividade assaz interessante e deliciosa!

Nesta trajetória extremamente feliz e recompensadora que agora completa dois anos, tive muitas experiências agradáveis e enriquecedoras. Afinal, a melhor coisa do mundo é trocar idéias com pessoas de diversas formações, experiências, backgrounds sociais e culturais e com histórias de vida absolutamente distintas. O meu mais sincero e caloroso agradecimento a elas por justamente serem cúmplices dessa tentativa de “botar para fora” as idéias que pululam na minha cabeça. Aproveitando a famosa figura de linguagem do filósofo austríaco Ludwig Wittgenstein, um dos mais importantes em minha formação intelectual, penso que escrever (blogar) é uma tentativa de “abrir a caixa” e soltar o besouro que nela habita, e que existe em cada um de nós…

Só tenho a agradecer – e muito – a todos os que se dispõem a ler estas linhas que escrevo quase todos os dias, esta verdadeira obra em aberto que é o PRAGMA. Desde os meus amigos mais próximos que me incentivaram a iniciar esta empreitada, até os meus alunos espalhados por esse Brasil que procuram, ao ler este espaço, dar continuidade ao que vimos em sala de aula. E também aos leitores eventuais que, por curiosidade, acabam “fidelizando-se” a esse Escriba que vos fala; além de todos os outros blogueiros que generosamente citam o PRAGMA e o colocam em sua lista de sites prediletos.

Muito obrigado a todos vocês por keep the fire burning! E que venham mais anos pela frente!!!

PRAGMA FAZ DOIS ANOS!!!

Nesta maluquice interminável que foram as duas últimas semanas da minha vida – viagens pelos quatro cantos do Brasil – mal tive tempo de comemorar com os meus leitores mais esta data importante.

Há cerca de dois anos atrás, o PRAGMA entrava no ar – a bem da verdade, os seus primeiros meses foram em outro provedor – de maneira despretensiosa e, até certo ponto, o que eu estava criando era uma grande incógnita para mim. Não sabia o que era nem para onde iria. Nesta época, a moda dos blogs estava começando a crescer na internet, e encarei a mera perspectiva de tornar-me um blogueiro algo inusitado, meio que por curiosidade pela própria ferramenta – instigado por um questionamento acadêmico, posto que sou um pesquisador da Sociedade do Conhecimento e das manifestações da cibercultura -, meio que motivado pela possibilidade de sistematizar o meu pensamento, uma vez que me interesso por diversos assuntos, e às vezes tenho dificuldade de colocá-lo no “papel” (que trocadilho infame!)…

O que começou como uma simples distração foi tomando corpo, ficou um pouco mais “sério”, e agora é parte integrante da minha atividade profissional. Além de ser um veículo de difusão das minhas idéias e pensamentos o blog é, sem dúvida alguma, uma poderosa ferramenta de relacionamento social com as mais diversas audiências – desde os meus alunos-leitores de graduação e de pós-graduação, que são mais frequentes nesse espaço, até os leitores de “fora” ou eventuais que, movidos pela “ciber-curiosidade”, acabam chegando neste espaço graças a uma “googleada”. Para esse Escriba que vos fala, que viaja muito pelos quatro cantos desse nosso Brasil, blogar é uma “mão na roda” quando o assunto tanto é dissertar sobre uma tema sério e palpitante, quanto em ocasiões onde desejo postar um comentário relaxado, descompromissado e irônico…

A conclusão a que cheguei é a seguinte: blogar é uma atividade assaz interessante e deliciosa!

Nesta trajetória extremamente feliz e recompensadora que agora completa dois anos, tive muitas experiências agradáveis e enriquecedoras. Afinal, a melhor coisa do mundo é trocar idéias com pessoas de diversas formações, experiências, backgrounds sociais e culturais e com histórias de vida absolutamente distintas. O meu mais sincero e caloroso agradecimento a elas por justamente serem cúmplices dessa tentativa de “botar para fora” as idéias que pululam na minha cabeça. Aproveitando a famosa figura de linguagem do filósofo austríaco Ludwig Wittgenstein, um dos mais importantes em minha formação intelectual, penso que escrever (blogar) é uma tentativa de “abrir a caixa” e soltar o besouro que nela habita, e que existe em cada um de nós…

Só tenho a agradecer – e muito – a todos os que se dispõem a ler estas linhas que escrevo quase todos os dias, esta verdadeira obra em aberto que é o PRAGMA. Desde os meus amigos mais próximos que me incentivaram a iniciar esta empreitada, até os meus alunos espalhados por esse Brasil que procuram, ao ler este espaço, dar continuidade ao que vimos em sala de aula. E também aos leitores eventuais que, por curiosidade, acabam “fidelizando-se” a esse Escriba que vos fala; além de todos os outros blogueiros que generosamente citam o PRAGMA e o colocam em sua lista de sites prediletos.

Muito obrigado a todos vocês por keep the fire burning! E que venham mais anos pela frente!!!

PRAGMA FAZ DOIS ANOS!!!

Nesta maluquice interminável que foram as duas últimas semanas da minha vida – viagens pelos quatro cantos do Brasil – mal tive tempo de comemorar com os meus leitores mais esta data importante.

Há cerca de dois anos atrás, o PRAGMA entrava no ar – a bem da verdade, os seus primeiros meses foram em outro provedor – de maneira despretensiosa e, até certo ponto, o que eu estava criando era uma grande incógnita para mim. Não sabia o que era nem para onde iria. Nesta época, a moda dos blogs estava começando a crescer na internet, e encarei a mera perspectiva de tornar-me um blogueiro algo inusitado, meio que por curiosidade pela própria ferramenta – instigado por um questionamento acadêmico, posto que sou um pesquisador da Sociedade do Conhecimento e das manifestações da cibercultura -, meio que motivado pela possibilidade de sistematizar o meu pensamento, uma vez que me interesso por diversos assuntos, e às vezes tenho dificuldade de colocá-lo no “papel” (que trocadilho infame!)…

O que começou como uma simples distração foi tomando corpo, ficou um pouco mais “sério”, e agora é parte integrante da minha atividade profissional. Além de ser um veículo de difusão das minhas idéias e pensamentos o blog é, sem dúvida alguma, uma poderosa ferramenta de relacionamento social com as mais diversas audiências – desde os meus alunos-leitores de graduação e de pós-graduação, que são mais frequentes nesse espaço, até os leitores de “fora” ou eventuais que, movidos pela “ciber-curiosidade”, acabam chegando neste espaço graças a uma “googleada”. Para esse Escriba que vos fala, que viaja muito pelos quatro cantos desse nosso Brasil, blogar é uma “mão na roda” quando o assunto tanto é dissertar sobre uma tema sério e palpitante, quanto em ocasiões onde desejo postar um comentário relaxado, descompromissado e irônico…

A conclusão a que cheguei é a seguinte: blogar é uma atividade assaz interessante e deliciosa!

Nesta trajetória extremamente feliz e recompensadora que agora completa dois anos, tive muitas experiências agradáveis e enriquecedoras. Afinal, a melhor coisa do mundo é trocar idéias com pessoas de diversas formações, experiências, backgrounds sociais e culturais e com histórias de vida absolutamente distintas. O meu mais sincero e caloroso agradecimento a elas por justamente serem cúmplices dessa tentativa de “botar para fora” as idéias que pululam na minha cabeça. Aproveitando a famosa figura de linguagem do filósofo austríaco Ludwig Wittgenstein, um dos mais importantes em minha formação intelectual, penso que escrever (blogar) é uma tentativa de “abrir a caixa” e soltar o besouro que nela habita, e que existe em cada um de nós…

Só tenho a agradecer – e muito – a todos os que se dispõem a ler estas linhas que escrevo quase todos os dias, esta verdadeira obra em aberto que é o PRAGMA. Desde os meus amigos mais próximos que me incentivaram a iniciar esta empreitada, até os meus alunos espalhados por esse Brasil que procuram, ao ler este espaço, dar continuidade ao que vimos em sala de aula. E também aos leitores eventuais que, por curiosidade, acabam “fidelizando-se” a esse Escriba que vos fala; além de todos os outros blogueiros que generosamente citam o PRAGMA e o colocam em sua lista de sites prediletos.

Muito obrigado a todos vocês por keep the fire burning! E que venham mais anos pela frente!!!