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NA GÁVEA, O NEGÓCIO É A LEI DE VAMPETA

Desde o último sábado de Carnaval, venho recebendo manifestações acaloradas de solidariedade de inúmeros leitores do PRAGMA quanto aos últimos eventos ocorridos com o meu time – tratado aqui como o Mais Querido do Universo, com toda a dignidade, pompa e circunstância que o tema merece. Acontecimentos mais do que lamentáveis, diga-se de passagem, e é absolutamente desnecessário abordá-los nesse espaço dada a sua total insignificância no contexto maior de conquistas, glórias e triunfos do rubro-negro.

A bem da verdade, também recebi alguns e-mails e scraps no Orkut um tanto o quanto zombeteiros e irônicos, criticando o meu time do coração. Inclusive, alguns amigos queridos reclamaram de uma certa passividade – seria negligência? – desse Escriba que vos fala, inclusive levantando a possibilidade de eu ter me tornado um apóstata, isto é, de ter declinado da fé flamenguista…

Ledo engano, meus caros amigos e leitores…

Evidentemente, que os últimos acontecimentos me deixaram com um mau humor impublicável e incomensurável. Afinal, para aquele que está sempre acostumado a ganhar, alguns percalços pelo caminho fazem parte do processo de crescimento e engrandecimento dessa nação que cabe em um país. No entanto, a minha ausência de escrita desse tema se deve a outros fatores…

Primeiro, as folias momescas, que criaram um clima de pasmaceira propício à lassidão do “não fazer nada”. Nesse Carnaval, fiquei totalmente à marcê do sol – nunca antes tão insuportavelmente inclemente -, da praia e dos prazeres do deus Baco.

Segundo, e esse também é outro motivo de revolta, o rebaixamento da minha escola de samba do coração, o Império Serrano, resultado de um roubo escancarado e de uma má vontade generalizada para com a tradicional escola da Serrinha – berço de “bambas” do samba como Silas de Oliveira, Molequinho, Mano Décio da Viola, Dona Ivone Lara e Arlindo Cruz. Uma tremenda sacanagem, é de dar raiva…

Tudo isso contribuiu para que esse Escriba que vos fala se reservasse ao direito de comentar assuntos mais “sérios” e técnicos. Mas, para aqueles que são torcedores de times rebaixados, vices e que nunca ganham nada, um aviso aos navegantes: perdemos uma batalha, mas não a guerra, posto que o Campeonato Carioca está em aberto. Claro que, para isso, muita coisa tem de mudar lá na Gávea. E, a primeira coisa, é colocar o pagamento dos jogadores em dia, posto que atualmente há a difusão generalizada da famosíssima Lei de Vampeta (quem não se lembra dele?) – que, no auge de sua produção epistemológica e axiológica, formulou o seu epistolar axioma: “eles fingem que me pagam, e eu finjo que jogo”…

Portanto, para os meus “detratores”, esse Escriba está ferido – mas não mortalmente. Logo, a Taça Rio e a Copa do Brasil vêm por aí, e estarei comentando com a minha habitual verve as vitórias do meu Mengão. Considerem esse período como uma pausa técnica…

Em tempo: no domingo, sou Resende desde criancinha!!!!

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