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Archive for fevereiro \28\UTC 2009

>NOVIDADES PARA O CENSO 2010

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A 12a. edição do Censo Nacional, realizada pelo IBGE, ocorrerá em 2010 com uma série de modificações, segundo informações divulgadas pelo próprio instituto. A principal delas – e já não era sem tempo – é o uso intensivo de ferramentas de TI para lidar com a imensa massa de dados que será coletada pelos recenseadores. Isso foi tema de uma matéria publicada na edição dessa sexta-feira do jornal Valor Econômico.

Dada a importância e a abrangência desse tipo de levantamento para o nosso país – por se tornar uma base confiável e atualizada para um conjunto amplo de ações que serão tomadas tanto na esfera pública quanto na iniciativa privada -, o projeto está assumindo ares de modernidade tecnológica. Tudo isto em função da aquisição prevista de aproximadamente 150 mil netbooks – não confundir com os notebooks, maiores e mais potentes , a ser definida em edital prestes a ser publicado. Os equipamentos serão utilizados na coleta de dados a ser realizada pelos recenseadores do órgão, que está prevista para começar em agosto de 2010.

Os netbooks irão reforçar a “tropa” de mais de 82 mil PDAs, que o IBGE já utiliza desde 2007 por ocasião das pesquisas de contagem de população e do censo agropecuário. Só para se ter uma idéia da eficiência outorgada ao projeto, antes da adoção dos PDAs o tempo de processamento e análise inicial de dados era de, aproximadamente, quatro meses. Agora, algumas informações, tabelas e imagens serão geradas e disponibilizadas ao público, pesquisadores e órgãos de imprensa quase que instantaneamente.

Além disso, o instituto está investindo pesado na construção de uma infra-estrutura condizente com a magnitude do trabalho. Serão montadas cerca de 7 mil agências informatizadas, que serão responsáveis pela recepção e envio dos dados primários que serão coletados – cada qual dotada de um micro, uma impressora e uma conexão de internet de banda larga. Por outro lado, um novo centro de dados está sendo construído na base do IBGE, na cidade do Rio de Janeiro, com a aquisição de mais 40 servidores, o que aumentará a capacidade de armazenamento de dados de 8 para 20 terabytes. Haja músculo!

Para se ter uma idéia do tamanho da empreitada, o orçamento total do Censo 2010 é estimado em R$ 1,4 bilhão – sendo que 67% desses recursos estão vinculados somente à gastos de pessoal. Segundo o IBGE, ao todo 240 mil profissionais estarão envolvidos no projeto, e que deverão visitar aproximadamente 58 milhões de domicílios dispostos em 5.564 municípios brasileiros. Estão previstos, no treinamento desse pessoal, o uso de ferramentas de Educação à Distância (EaD) e ensino pela web.

É a tecnologia a serviço de uma causa nobre, a saber, a confecção de uma radiografia detalhada do nosso país. Mais do que nunca, gestores de políticas públicas, pesquisadores e professores universitários, além de profissionais de marketing e executivos da iniciativa privada necessitam de dados cada vez mais acurados e detalhados sobre a evolução dos principais indicadores da sociedade brasileira.

É uma prova de que, quando se quer, os órgãos públicos podem ser tão eficientes quanto às empresas privadas.
Categorias:IBGE, Pesquisa de Mercado, TI

NOVIDADES PARA O CENSO 2010

A 12a. edição do Censo Nacional, realizada pelo IBGE, ocorrerá em 2010 com uma série de modificações, segundo informações divulgadas pelo próprio instituto. A principal delas – e já não era sem tempo – é o uso intensivo de ferramentas de TI para lidar com a imensa massa de dados que será coletada pelos recenseadores. Isso foi tema de uma matéria publicada na edição dessa sexta-feira do jornal Valor Econômico.

Dada a importância e a abrangência desse tipo de levantamento para o nosso país – por se tornar uma base confiável e atualizada para um conjunto amplo de ações que serão tomadas tanto na esfera pública quanto na iniciativa privada -, o projeto está assumindo ares de modernidade tecnológica. Tudo isto em função da aquisição prevista de aproximadamente 150 mil netbooks – não confundir com os notebooks, maiores e mais potentes , a ser definida em edital prestes a ser publicado. Os equipamentos serão utilizados na coleta de dados a ser realizada pelos recenseadores do órgão, que está prevista para começar em agosto de 2010.

Os netbooks irão reforçar a “tropa” de mais de 82 mil PDAs, que o IBGE já utiliza desde 2007 por ocasião das pesquisas de contagem de população e do censo agropecuário. Só para se ter uma idéia da eficiência outorgada ao projeto, antes da adoção dos PDAs o tempo de processamento e análise inicial de dados era de, aproximadamente, quatro meses. Agora, algumas informações, tabelas e imagens serão geradas e disponibilizadas ao público, pesquisadores e órgãos de imprensa quase que instantaneamente.

Além disso, o instituto está investindo pesado na construção de uma infra-estrutura condizente com a magnitude do trabalho. Serão montadas cerca de 7 mil agências informatizadas, que serão responsáveis pela recepção e envio dos dados primários que serão coletados – cada qual dotada de um micro, uma impressora e uma conexão de internet de banda larga. Por outro lado, um novo centro de dados está sendo construído na base do IBGE, na cidade do Rio de Janeiro, com a aquisição de mais 40 servidores, o que aumentará a capacidade de armazenamento de dados de 8 para 20 terabytes. Haja músculo!

Para se ter uma idéia do tamanho da empreitada, o orçamento total do Censo 2010 é estimado em R$ 1,4 bilhão – sendo que 67% desses recursos estão vinculados somente à gastos de pessoal. Segundo o IBGE, ao todo 240 mil profissionais estarão envolvidos no projeto, e que deverão visitar aproximadamente 58 milhões de domicílios dispostos em 5.564 municípios brasileiros. Estão previstos, no treinamento desse pessoal, o uso de ferramentas de Educação à Distância (EaD) e ensino pela web.

É a tecnologia a serviço de uma causa nobre, a saber, a confecção de uma radiografia detalhada do nosso país. Mais do que nunca, gestores de políticas públicas, pesquisadores e professores universitários, além de profissionais de marketing e executivos da iniciativa privada necessitam de dados cada vez mais acurados e detalhados sobre a evolução dos principais indicadores da sociedade brasileira.

É uma prova de que, quando se quer, os órgãos públicos podem ser tão eficientes quanto às empresas privadas.
Categorias:IBGE, Pesquisa de Mercado, TI

NOVIDADES PARA O CENSO 2010

fevereiro 28, 2009 5 comentários
A 12a. edição do Censo Nacional, realizada pelo IBGE, ocorrerá em 2010 com uma série de modificações, segundo informações divulgadas pelo próprio instituto. A principal delas – e já não era sem tempo – é o uso intensivo de ferramentas de TI para lidar com a imensa massa de dados que será coletada pelos recenseadores. Isso foi tema de uma matéria publicada na edição dessa sexta-feira do jornal Valor Econômico.

Dada a importância e a abrangência desse tipo de levantamento para o nosso país – por se tornar uma base confiável e atualizada para um conjunto amplo de ações que serão tomadas tanto na esfera pública quanto na iniciativa privada -, o projeto está assumindo ares de modernidade tecnológica. Tudo isto em função da aquisição prevista de aproximadamente 150 mil netbooks – não confundir com os notebooks, maiores e mais potentes , a ser definida em edital prestes a ser publicado. Os equipamentos serão utilizados na coleta de dados a ser realizada pelos recenseadores do órgão, que está prevista para começar em agosto de 2010.

Os netbooks irão reforçar a “tropa” de mais de 82 mil PDAs, que o IBGE já utiliza desde 2007 por ocasião das pesquisas de contagem de população e do censo agropecuário. Só para se ter uma idéia da eficiência outorgada ao projeto, antes da adoção dos PDAs o tempo de processamento e análise inicial de dados era de, aproximadamente, quatro meses. Agora, algumas informações, tabelas e imagens serão geradas e disponibilizadas ao público, pesquisadores e órgãos de imprensa quase que instantaneamente.

Além disso, o instituto está investindo pesado na construção de uma infra-estrutura condizente com a magnitude do trabalho. Serão montadas cerca de 7 mil agências informatizadas, que serão responsáveis pela recepção e envio dos dados primários que serão coletados – cada qual dotada de um micro, uma impressora e uma conexão de internet de banda larga. Por outro lado, um novo centro de dados está sendo construído na base do IBGE, na cidade do Rio de Janeiro, com a aquisição de mais 40 servidores, o que aumentará a capacidade de armazenamento de dados de 8 para 20 terabytes. Haja músculo!

Para se ter uma idéia do tamanho da empreitada, o orçamento total do Censo 2010 é estimado em R$ 1,4 bilhão – sendo que 67% desses recursos estão vinculados somente à gastos de pessoal. Segundo o IBGE, ao todo 240 mil profissionais estarão envolvidos no projeto, e que deverão visitar aproximadamente 58 milhões de domicílios dispostos em 5.564 municípios brasileiros. Estão previstos, no treinamento desse pessoal, o uso de ferramentas de Educação à Distância (EaD) e ensino pela web.

É a tecnologia a serviço de uma causa nobre, a saber, a confecção de uma radiografia detalhada do nosso país. Mais do que nunca, gestores de políticas públicas, pesquisadores e professores universitários, além de profissionais de marketing e executivos da iniciativa privada necessitam de dados cada vez mais acurados e detalhados sobre a evolução dos principais indicadores da sociedade brasileira.

É uma prova de que, quando se quer, os órgãos públicos podem ser tão eficientes quanto às empresas privadas.
Categorias:IBGE, Pesquisa de Mercado, TI

>NA GÁVEA, O NEGÓCIO É A LEI DE VAMPETA

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Desde o último sábado de Carnaval, venho recebendo manifestações acaloradas de solidariedade de inúmeros leitores do PRAGMA quanto aos últimos eventos ocorridos com o meu time – tratado aqui como o Mais Querido do Universo, com toda a dignidade, pompa e circunstância que o tema merece. Acontecimentos mais do que lamentáveis, diga-se de passagem, e é absolutamente desnecessário abordá-los nesse espaço dada a sua total insignificância no contexto maior de conquistas, glórias e triunfos do rubro-negro.

A bem da verdade, também recebi alguns e-mails e scraps no Orkut um tanto o quanto zombeteiros e irônicos, criticando o meu time do coração. Inclusive, alguns amigos queridos reclamaram de uma certa passividade – seria negligência? – desse Escriba que vos fala, inclusive levantando a possibilidade de eu ter me tornado um apóstata, isto é, de ter declinado da fé flamenguista…

Ledo engano, meus caros amigos e leitores…

Evidentemente, que os últimos acontecimentos me deixaram com um mau humor impublicável e incomensurável. Afinal, para aquele que está sempre acostumado a ganhar, alguns percalços pelo caminho fazem parte do processo de crescimento e engrandecimento dessa nação que cabe em um país. No entanto, a minha ausência de escrita desse tema se deve a outros fatores…

Primeiro, as folias momescas, que criaram um clima de pasmaceira propício à lassidão do “não fazer nada”. Nesse Carnaval, fiquei totalmente à marcê do sol – nunca antes tão insuportavelmente inclemente -, da praia e dos prazeres do deus Baco.

Segundo, e esse também é outro motivo de revolta, o rebaixamento da minha escola de samba do coração, o Império Serrano, resultado de um roubo escancarado e de uma má vontade generalizada para com a tradicional escola da Serrinha – berço de “bambas” do samba como Silas de Oliveira, Molequinho, Mano Décio da Viola, Dona Ivone Lara e Arlindo Cruz. Uma tremenda sacanagem, é de dar raiva…

Tudo isso contribuiu para que esse Escriba que vos fala se reservasse ao direito de comentar assuntos mais “sérios” e técnicos. Mas, para aqueles que são torcedores de times rebaixados, vices e que nunca ganham nada, um aviso aos navegantes: perdemos uma batalha, mas não a guerra, posto que o Campeonato Carioca está em aberto. Claro que, para isso, muita coisa tem de mudar lá na Gávea. E, a primeira coisa, é colocar o pagamento dos jogadores em dia, posto que atualmente há a difusão generalizada da famosíssima Lei de Vampeta (quem não se lembra dele?) – que, no auge de sua produção epistemológica e axiológica, formulou o seu epistolar axioma: “eles fingem que me pagam, e eu finjo que jogo”…

Portanto, para os meus “detratores”, esse Escriba está ferido – mas não mortalmente. Logo, a Taça Rio e a Copa do Brasil vêm por aí, e estarei comentando com a minha habitual verve as vitórias do meu Mengão. Considerem esse período como uma pausa técnica…

Em tempo: no domingo, sou Resende desde criancinha!!!!

NA GÁVEA, O NEGÓCIO É A LEI DE VAMPETA

Desde o último sábado de Carnaval, venho recebendo manifestações acaloradas de solidariedade de inúmeros leitores do PRAGMA quanto aos últimos eventos ocorridos com o meu time – tratado aqui como o Mais Querido do Universo, com toda a dignidade, pompa e circunstância que o tema merece. Acontecimentos mais do que lamentáveis, diga-se de passagem, e é absolutamente desnecessário abordá-los nesse espaço dada a sua total insignificância no contexto maior de conquistas, glórias e triunfos do rubro-negro.

A bem da verdade, também recebi alguns e-mails e scraps no Orkut um tanto o quanto zombeteiros e irônicos, criticando o meu time do coração. Inclusive, alguns amigos queridos reclamaram de uma certa passividade – seria negligência? – desse Escriba que vos fala, inclusive levantando a possibilidade de eu ter me tornado um apóstata, isto é, de ter declinado da fé flamenguista…

Ledo engano, meus caros amigos e leitores…

Evidentemente, que os últimos acontecimentos me deixaram com um mau humor impublicável e incomensurável. Afinal, para aquele que está sempre acostumado a ganhar, alguns percalços pelo caminho fazem parte do processo de crescimento e engrandecimento dessa nação que cabe em um país. No entanto, a minha ausência de escrita desse tema se deve a outros fatores…

Primeiro, as folias momescas, que criaram um clima de pasmaceira propício à lassidão do “não fazer nada”. Nesse Carnaval, fiquei totalmente à marcê do sol – nunca antes tão insuportavelmente inclemente -, da praia e dos prazeres do deus Baco.

Segundo, e esse também é outro motivo de revolta, o rebaixamento da minha escola de samba do coração, o Império Serrano, resultado de um roubo escancarado e de uma má vontade generalizada para com a tradicional escola da Serrinha – berço de “bambas” do samba como Silas de Oliveira, Molequinho, Mano Décio da Viola, Dona Ivone Lara e Arlindo Cruz. Uma tremenda sacanagem, é de dar raiva…

Tudo isso contribuiu para que esse Escriba que vos fala se reservasse ao direito de comentar assuntos mais “sérios” e técnicos. Mas, para aqueles que são torcedores de times rebaixados, vices e que nunca ganham nada, um aviso aos navegantes: perdemos uma batalha, mas não a guerra, posto que o Campeonato Carioca está em aberto. Claro que, para isso, muita coisa tem de mudar lá na Gávea. E, a primeira coisa, é colocar o pagamento dos jogadores em dia, posto que atualmente há a difusão generalizada da famosíssima Lei de Vampeta (quem não se lembra dele?) – que, no auge de sua produção epistemológica e axiológica, formulou o seu epistolar axioma: “eles fingem que me pagam, e eu finjo que jogo”…

Portanto, para os meus “detratores”, esse Escriba está ferido – mas não mortalmente. Logo, a Taça Rio e a Copa do Brasil vêm por aí, e estarei comentando com a minha habitual verve as vitórias do meu Mengão. Considerem esse período como uma pausa técnica…

Em tempo: no domingo, sou Resende desde criancinha!!!!

NA GÁVEA, O NEGÓCIO É A LEI DE VAMPETA

Desde o último sábado de Carnaval, venho recebendo manifestações acaloradas de solidariedade de inúmeros leitores do PRAGMA quanto aos últimos eventos ocorridos com o meu time – tratado aqui como o Mais Querido do Universo, com toda a dignidade, pompa e circunstância que o tema merece. Acontecimentos mais do que lamentáveis, diga-se de passagem, e é absolutamente desnecessário abordá-los nesse espaço dada a sua total insignificância no contexto maior de conquistas, glórias e triunfos do rubro-negro.

A bem da verdade, também recebi alguns e-mails e scraps no Orkut um tanto o quanto zombeteiros e irônicos, criticando o meu time do coração. Inclusive, alguns amigos queridos reclamaram de uma certa passividade – seria negligência? – desse Escriba que vos fala, inclusive levantando a possibilidade de eu ter me tornado um apóstata, isto é, de ter declinado da fé flamenguista…

Ledo engano, meus caros amigos e leitores…

Evidentemente, que os últimos acontecimentos me deixaram com um mau humor impublicável e incomensurável. Afinal, para aquele que está sempre acostumado a ganhar, alguns percalços pelo caminho fazem parte do processo de crescimento e engrandecimento dessa nação que cabe em um país. No entanto, a minha ausência de escrita desse tema se deve a outros fatores…

Primeiro, as folias momescas, que criaram um clima de pasmaceira propício à lassidão do “não fazer nada”. Nesse Carnaval, fiquei totalmente à marcê do sol – nunca antes tão insuportavelmente inclemente -, da praia e dos prazeres do deus Baco.

Segundo, e esse também é outro motivo de revolta, o rebaixamento da minha escola de samba do coração, o Império Serrano, resultado de um roubo escancarado e de uma má vontade generalizada para com a tradicional escola da Serrinha – berço de “bambas” do samba como Silas de Oliveira, Molequinho, Mano Décio da Viola, Dona Ivone Lara e Arlindo Cruz. Uma tremenda sacanagem, é de dar raiva…

Tudo isso contribuiu para que esse Escriba que vos fala se reservasse ao direito de comentar assuntos mais “sérios” e técnicos. Mas, para aqueles que são torcedores de times rebaixados, vices e que nunca ganham nada, um aviso aos navegantes: perdemos uma batalha, mas não a guerra, posto que o Campeonato Carioca está em aberto. Claro que, para isso, muita coisa tem de mudar lá na Gávea. E, a primeira coisa, é colocar o pagamento dos jogadores em dia, posto que atualmente há a difusão generalizada da famosíssima Lei de Vampeta (quem não se lembra dele?) – que, no auge de sua produção epistemológica e axiológica, formulou o seu epistolar axioma: “eles fingem que me pagam, e eu finjo que jogo”…

Portanto, para os meus “detratores”, esse Escriba está ferido – mas não mortalmente. Logo, a Taça Rio e a Copa do Brasil vêm por aí, e estarei comentando com a minha habitual verve as vitórias do meu Mengão. Considerem esse período como uma pausa técnica…

Em tempo: no domingo, sou Resende desde criancinha!!!!

>TÉDIO…

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