Início > Bens de Consumo, Comportamento do Consumidor, Cosméticos, Estratégia, Marketing > >BRASIL É 2o. LUGAR NO RANKING DE CONSUMO DE PRODUTOS DE BELEZA

>BRASIL É 2o. LUGAR NO RANKING DE CONSUMO DE PRODUTOS DE BELEZA

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O primeiro post de 2009 é uma notícia alvissareira para os vaidosos de plantão, estudiosos do comportamento do consumidor – dentre os quais, encontra-se esse Escriba que vos fala – e executivos do setor de beleza, cosméticos e cuidados pessoais. Segundo dados de 2008 da Abihpec (Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos), o Brasil ultrapassou o Japão, e atualmente encontra-se em segundo lugar no ranking mundial de consumo de produtos de beleza – atrás apenas dos Estados Unidos.

Em 2008, o faturamento do setor no Brasil cresceu cerca de 10,4% – mais precisamente, R$ 24,54 bilhões -, enquanto que os mercados norte-americano e japonês devem apresentar uma retração em função da crise econômica mundial.

Só para se ter uma idéia da bonança que vive o setor, tomemos dados das três maiores players do mercado brasileiro. Na Avon, a maior empresa de vendas de cosméticos porta a porta do mundo, só no terceiro trimestre de 2008 as vendas na América Latina cresceram 25%, com o destaque disparado para o Brasil – o maior mercado da empresa na região. Já na Natura, referência nacional quando o assunto é sustentabilidade, pelo menos nos primeiros nove meses do ano de 2008, o lucro operacional apurado cresceu cerca de 20,9% em comparação a 2007, impulsionando os papéis da empresa na Bovespa para uma alta de 25% – isso, em meio a tenebrosa crise das bolsas de valores no mundo inteiro. Por fim, n’ O Boticário as vendas de 2008 apresentaram um crescimento de 18% em relação a 2007, levando à companhia paranaense a planejar a abertura de pelo menos mais 100 lojas para 2009.

Ou seja, enquanto para uns crise significa desespero, para outros ela significa maiores (e melhores) oportunidades de negócios. Em marketing, há um truísmo que afirma que o mercado de produtos de beleza é “blindado” frente às crises econômicas, pois é justamente nessas ocasiões que as pessoas aproveitam para comprar ainda mais esses produtos – como uma “válvula de escape”, um “antídoto” contra o baixo-astral que predomina em tempos bicudos de recessão. Isto é, o bom e velho consumo como mecanismo de auto-indulgência.

Enfim, uma boa notícia para dar fôlego a um ano que, mal se iniciou, já é tão mal-falado. Espero, sinceramente, que muita gente “queime a língua” com essas previsões antecipadas. Mas, como diria a minha querida avó, cautela e caldo de galinha não faz mal a ninguém…
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