Arquivo

Archive for junho \30\UTC 2008

>UM BISCOITO FINO NAS BANCAS

>

Para quem é aficcionado por Ciência Política, História das Guerras, Relações Internacionais, Geopolítica e História Contemporânea, a Editora Abril está lançando um verdadeiro biscoito fino para os seus leitores…

Está nas bancas de jornais o primeiro volume da Coleção Battlefield – As Maiores Batalhas da Segunda Guerra, uma das séries mais premiadas dos últimos tempos sobre a Segunda Guerra Mundial. Trata-se de uma produção inglesa, aclamada nos EUA e na Europa, como uma das mais elucidativas e completas sobre os conflitos que redesenharam a Geopolítica Mundial na primeira metade do século XX. No Brasil, a série foi exibida há muito tempo atrás no canal a cabo GNT – nas priscas eras quando o GNT era um canal de documentários, e não esse monte de baboseiras fúteis e venais que ocupam atualmente a sua grade de programação…

O grande barato desse documentário é que, além de contar com um exaustivo banco de imagens da época, os conflitos são discutidos em suas filigranas, abordando diferentes aspectos como os armamentos utilizados, o perfil dos principais líderes políticos envolvidos, as forças militares de cada contenedor, as táticas empreendidas pelos comandantes no campo… Tudo isso fartamente ilustrado por gráficos computadorizados que mostram os movimentos das tropas no desenrolar das batalhas, em pleno terreno de combate – como diria General Clausevitz, em meio a “névoa da guerra”…

Para esse Escriba, é a melhor série que já vi sobre história das guerras contemporâneas. Imperdível!

A coleção, composta por 18 episódios, cobre as principais batalhas do conflito em diferentes teatros de operações – na Europa Ocidental e Oriental, no Extremo Oriente e no Norte da África. Além dos DVDs, cada número é acompanhado de um infográfico ilustrativo dos principais tópicos abordados em cada episódio.

O primeiro número, que está nas bancas, aborda a tomada da França pelo Exército Alemão. No número 2, a série discute a Batalha da Grã-Bretanha. Trata-se de um material precioso para quem quer entender a dinâmica dos conflitos do mundo atual…
Anúncios

UM BISCOITO FINO NAS BANCAS

Para quem é aficcionado por Ciência Política, História das Guerras, Relações Internacionais, Geopolítica e História Contemporânea, a Editora Abril está lançando um verdadeiro biscoito fino para os seus leitores…

Está nas bancas de jornais o primeiro volume da Coleção Battlefield – As Maiores Batalhas da Segunda Guerra, uma das séries mais premiadas dos últimos tempos sobre a Segunda Guerra Mundial. Trata-se de uma produção inglesa, aclamada nos EUA e na Europa, como uma das mais elucidativas e completas sobre os conflitos que redesenharam a Geopolítica Mundial na primeira metade do século XX. No Brasil, a série foi exibida há muito tempo atrás no canal a cabo GNT – nas priscas eras quando o GNT era um canal de documentários, e não esse monte de baboseiras fúteis e venais que ocupam atualmente a sua grade de programação…

O grande barato desse documentário é que, além de contar com um exaustivo banco de imagens da época, os conflitos são discutidos em suas filigranas, abordando diferentes aspectos como os armamentos utilizados, o perfil dos principais líderes políticos envolvidos, as forças militares de cada contenedor, as táticas empreendidas pelos comandantes no campo… Tudo isso fartamente ilustrado por gráficos computadorizados que mostram os movimentos das tropas no desenrolar das batalhas, em pleno terreno de combate – como diria General Clausevitz, em meio a “névoa da guerra”…

Para esse Escriba, é a melhor série que já vi sobre história das guerras contemporâneas. Imperdível!

A coleção, composta por 18 episódios, cobre as principais batalhas do conflito em diferentes teatros de operações – na Europa Ocidental e Oriental, no Extremo Oriente e no Norte da África. Além dos DVDs, cada número é acompanhado de um infográfico ilustrativo dos principais tópicos abordados em cada episódio.

O primeiro número, que está nas bancas, aborda a tomada da França pelo Exército Alemão. No número 2, a série discute a Batalha da Grã-Bretanha. Trata-se de um material precioso para quem quer entender a dinâmica dos conflitos do mundo atual…

UM BISCOITO FINO NAS BANCAS

Para quem é aficcionado por Ciência Política, História das Guerras, Relações Internacionais, Geopolítica e História Contemporânea, a Editora Abril está lançando um verdadeiro biscoito fino para os seus leitores…

Está nas bancas de jornais o primeiro volume da Coleção Battlefield – As Maiores Batalhas da Segunda Guerra, uma das séries mais premiadas dos últimos tempos sobre a Segunda Guerra Mundial. Trata-se de uma produção inglesa, aclamada nos EUA e na Europa, como uma das mais elucidativas e completas sobre os conflitos que redesenharam a Geopolítica Mundial na primeira metade do século XX. No Brasil, a série foi exibida há muito tempo atrás no canal a cabo GNT – nas priscas eras quando o GNT era um canal de documentários, e não esse monte de baboseiras fúteis e venais que ocupam atualmente a sua grade de programação…

O grande barato desse documentário é que, além de contar com um exaustivo banco de imagens da época, os conflitos são discutidos em suas filigranas, abordando diferentes aspectos como os armamentos utilizados, o perfil dos principais líderes políticos envolvidos, as forças militares de cada contenedor, as táticas empreendidas pelos comandantes no campo… Tudo isso fartamente ilustrado por gráficos computadorizados que mostram os movimentos das tropas no desenrolar das batalhas, em pleno terreno de combate – como diria General Clausevitz, em meio a “névoa da guerra”…

Para esse Escriba, é a melhor série que já vi sobre história das guerras contemporâneas. Imperdível!

A coleção, composta por 18 episódios, cobre as principais batalhas do conflito em diferentes teatros de operações – na Europa Ocidental e Oriental, no Extremo Oriente e no Norte da África. Além dos DVDs, cada número é acompanhado de um infográfico ilustrativo dos principais tópicos abordados em cada episódio.

O primeiro número, que está nas bancas, aborda a tomada da França pelo Exército Alemão. No número 2, a série discute a Batalha da Grã-Bretanha. Trata-se de um material precioso para quem quer entender a dinâmica dos conflitos do mundo atual…

>ESSE EU QUERO IR…

>

Novidade “muderninha” na night de São Paulo, que esse Escriba leu, não viu, mas já gostou…

Nessa semana que passou, foi aberto um novo espaço cool cuja idéia – nova por aqui – já é lugar comum nos Países Escandinavos e em cidades “descoladas” como Paris e Toronto.
Trata-se do Ice Bar, um bar-conceito inusitado cujo interior é todo resfriado – a temperatura interna é mantida a 6 graus negativos, graças a uma pilha de barras de gelo -, que promete ser a sensação da balada paulistana. Tudo em seu interior é feito de gelo: balcão, copos, cadeiras, esculturas, adereços. Apesar do frio, deve ser uma sensação e tanto! Bbbbbrrrrr….
O lounge & bar, patrocinado pela vodca premium Absolut, está dentro Artespaço Bar Gourmet e Designer, localizado na Rua Purpurina, na Vila Madalena, bairro dos “mudernos” paulistanos. O empreendimento de 40 metros quadrados nunca será descongelado, mas os donos garantem que será redecorado a cada dois meses…
Após uma aclimatação inicial em uma antecâmara, os clientes vestem roupas térmicas adequadas para o frio gélido que impera no ambiente. Lá dentro, o house e o techno rolam solto, acompanhados de drinks à base de vodca (skavurska!), licores e sucos de frutas. Ou seja, muito colorido e diversão graças aos copos translúcidos e ao espaço inusitado.
Para quem não aguentar a “pressão” e sentir fome, basta ir ao espaço gourmet em anexo – claro, em temperatura ambiente, onde são servidos pratos quentes, como caldos e sopas. Nada como algo quente para compensar o frio. Haja contraste, sô…
Essa é uma nova moda no setor de bares e restaurantes, que segue a tendência do concept dining ou concept bar: mais do que oferecer pratos sofisticados assinados por chefs renomados, o objetivo é o de “fisgar” o cliente pela experiência sensorial do serviço.
Além do bar de gelo paulistano – cuja origem se deu no restaurante do Ice Hotel, na Suécia -, outras iniciativas se encaixam nessa busca de proporcionar aos gourmets experiências inusitadas de degustação. Por exemplo, o restaurante inglês The Fat Duck serve os pratos na mesa acompanhados de um iPod para os clientes! Caso a iguaria seja frutos do mar, o cliente ouve o som das profundezas do mar; caso o prato seja de carne vermelha, o cliente ouve o “mugido” de vacas e de bezerros, e assim por diante…
Em Paris, a meca da gastronomia mundial, a sensação é o restaurante Dans le Noir?, que faz chegar os pratos à mesa na mais completa e absoluta escuridão. Como deve ser comer nas trevas? Não me perguntem, nem imagino como! Deve ser uma dificuldade levar a colher à boca…
Gostei desse bar paulistano! Da próxima vez que eu estiver na Terra da Garoa, darei uma passadinha lá para conferir. E deixarei as minhas impressões aqui registradas, para o deleite dos meus curiosos leitores…

ESSE EU QUERO IR…

Novidade “muderninha” na night de São Paulo, que esse Escriba leu, não viu, mas já gostou…

Nessa semana que passou, foi aberto um novo espaço cool cuja idéia – nova por aqui – já é lugar comum nos Países Escandinavos e em cidades “descoladas” como Paris e Toronto.
Trata-se do Ice Bar, um bar-conceito inusitado cujo interior é todo resfriado – a temperatura interna é mantida a 6 graus negativos, graças a uma pilha de barras de gelo -, que promete ser a sensação da balada paulistana. Tudo em seu interior é feito de gelo: balcão, copos, cadeiras, esculturas, adereços. Apesar do frio, deve ser uma sensação e tanto! Bbbbbrrrrr….
O lounge & bar, patrocinado pela vodca premium Absolut, está dentro Artespaço Bar Gourmet e Designer, localizado na Rua Purpurina, na Vila Madalena, bairro dos “mudernos” paulistanos. O empreendimento de 40 metros quadrados nunca será descongelado, mas os donos garantem que será redecorado a cada dois meses…
Após uma aclimatação inicial em uma antecâmara, os clientes vestem roupas térmicas adequadas para o frio gélido que impera no ambiente. Lá dentro, o house e o techno rolam solto, acompanhados de drinks à base de vodca (skavurska!), licores e sucos de frutas. Ou seja, muito colorido e diversão graças aos copos translúcidos e ao espaço inusitado.
Para quem não aguentar a “pressão” e sentir fome, basta ir ao espaço gourmet em anexo – claro, em temperatura ambiente, onde são servidos pratos quentes, como caldos e sopas. Nada como algo quente para compensar o frio. Haja contraste, sô…
Essa é uma nova moda no setor de bares e restaurantes, que segue a tendência do concept dining ou concept bar: mais do que oferecer pratos sofisticados assinados por chefs renomados, o objetivo é o de “fisgar” o cliente pela experiência sensorial do serviço.
Além do bar de gelo paulistano – cuja origem se deu no restaurante do Ice Hotel, na Suécia -, outras iniciativas se encaixam nessa busca de proporcionar aos gourmets experiências inusitadas de degustação. Por exemplo, o restaurante inglês The Fat Duck serve os pratos na mesa acompanhados de um iPod para os clientes! Caso a iguaria seja frutos do mar, o cliente ouve o som das profundezas do mar; caso o prato seja de carne vermelha, o cliente ouve o “mugido” de vacas e de bezerros, e assim por diante…
Em Paris, a meca da gastronomia mundial, a sensação é o restaurante Dans le Noir?, que faz chegar os pratos à mesa na mais completa e absoluta escuridão. Como deve ser comer nas trevas? Não me perguntem, nem imagino como! Deve ser uma dificuldade levar a colher à boca…
Gostei desse bar paulistano! Da próxima vez que eu estiver na Terra da Garoa, darei uma passadinha lá para conferir. E deixarei as minhas impressões aqui registradas, para o deleite dos meus curiosos leitores…

ESSE EU QUERO IR…

Novidade “muderninha” na night de São Paulo, que esse Escriba leu, não viu, mas já gostou…

Nessa semana que passou, foi aberto um novo espaço cool cuja idéia – nova por aqui – já é lugar comum nos Países Escandinavos e em cidades “descoladas” como Paris e Toronto.
Trata-se do Ice Bar, um bar-conceito inusitado cujo interior é todo resfriado – a temperatura interna é mantida a 6 graus negativos, graças a uma pilha de barras de gelo -, que promete ser a sensação da balada paulistana. Tudo em seu interior é feito de gelo: balcão, copos, cadeiras, esculturas, adereços. Apesar do frio, deve ser uma sensação e tanto! Bbbbbrrrrr….
O lounge & bar, patrocinado pela vodca premium Absolut, está dentro Artespaço Bar Gourmet e Designer, localizado na Rua Purpurina, na Vila Madalena, bairro dos “mudernos” paulistanos. O empreendimento de 40 metros quadrados nunca será descongelado, mas os donos garantem que será redecorado a cada dois meses…
Após uma aclimatação inicial em uma antecâmara, os clientes vestem roupas térmicas adequadas para o frio gélido que impera no ambiente. Lá dentro, o house e o techno rolam solto, acompanhados de drinks à base de vodca (skavurska!), licores e sucos de frutas. Ou seja, muito colorido e diversão graças aos copos translúcidos e ao espaço inusitado.
Para quem não aguentar a “pressão” e sentir fome, basta ir ao espaço gourmet em anexo – claro, em temperatura ambiente, onde são servidos pratos quentes, como caldos e sopas. Nada como algo quente para compensar o frio. Haja contraste, sô…
Essa é uma nova moda no setor de bares e restaurantes, que segue a tendência do concept dining ou concept bar: mais do que oferecer pratos sofisticados assinados por chefs renomados, o objetivo é o de “fisgar” o cliente pela experiência sensorial do serviço.
Além do bar de gelo paulistano – cuja origem se deu no restaurante do Ice Hotel, na Suécia -, outras iniciativas se encaixam nessa busca de proporcionar aos gourmets experiências inusitadas de degustação. Por exemplo, o restaurante inglês The Fat Duck serve os pratos na mesa acompanhados de um iPod para os clientes! Caso a iguaria seja frutos do mar, o cliente ouve o som das profundezas do mar; caso o prato seja de carne vermelha, o cliente ouve o “mugido” de vacas e de bezerros, e assim por diante…
Em Paris, a meca da gastronomia mundial, a sensação é o restaurante Dans le Noir?, que faz chegar os pratos à mesa na mais completa e absoluta escuridão. Como deve ser comer nas trevas? Não me perguntem, nem imagino como! Deve ser uma dificuldade levar a colher à boca…
Gostei desse bar paulistano! Da próxima vez que eu estiver na Terra da Garoa, darei uma passadinha lá para conferir. E deixarei as minhas impressões aqui registradas, para o deleite dos meus curiosos leitores…

>SACANAGEM…

>

Piadinha sacana que anda circulando pela internet nos últimos dias…

Dizem que o Detran conseguiu identificar o caminhão que atropelou o time do Fluminense, na última quarta-feira, em Quito, na capital do Equador.

A placa do mal-fadado veículo: LDU – 1234.

Sacanagem…