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LÍBANO CAI NO GRUPO DO BRASIL NO PRÉ-OLÍMPICO DE BASQUETEBOL MASCULINO

E, quem diria, heinm ?!?! Brasil e Líbano, dois países irmãos com fortes laços afetivos e culturais – basta lembrar que cerca de de 8 milhões de libaneses e descendentes vivem em nosso país – irão se enfrentar no Torneio Pré-Olímpico de Basquetebol Masculino. Conheço muita gente que ficará dividida quando os dois países entrarem em quadra…

O Mundial, que selecionará as últimas três vagas para os Jogos Olímpicos de Pequim em agosto desse ano, será realizado entre os dias 14 a 20 de julho, em Atenas, na Grécia. E o Brasil deu tanta “sorte”, que enfrentará um grupo de classificação duríssimo. No Grupo A, além da nossa seleção e da seleção libanesa, ainda está o fortíssimo time da Grécia, que, além de jogar em casa e ter uma das torcidas mais barulhentas do mundo, foi vice-campeão mundial. É meus amigos, a rapadura é doce mas não é mole não…
Além da “zona” que foi a participação brasileira no Pré-Olímpico das Américas, no ano passado nos Estados Unidos, o time estréia um técnico novo (o espanhol Moncho Monsalve), e não contará com a presença do pivô Nenê Hilário – que joga na NBA no Denver Nuggets -, por estar se recuperando de uma operação de retirada de um tumor nos testículos. Mesmo com a ausência do pivô, o time ainda conta com grandes jogadores como Leandrinho, Anderson Varejão, Tiago Splitter, Marcelinho Huertas e outros mais. Vale lembrar que a última participação do basquete masculino do Brasil em Olimpíadas foi nos Jogos de Atlanta, em 1996.
Por sua vez, o time do Líbano é forte, graças a enorme diáspora libanesa espalhada pelo mundo inteiro. Muitos jogadores do País dos Cedros são norte-americanos e canadenses de nacionalidade libanesa. O time joga de maneira agressiva, é jovem (a média de idade é de 25 anos), porém de baixa estatura. Muitos comparam o time à seleção de Porto Rico, por jogar um basquetebol aguerrido e muito competitivo, e por muitos é considerada uma seleção “chata” de se enfrentar.
Só para os meus leitores terem uma idéia da “pedreira” que iremos enfrentar, no último Mundial de Basquete Masculino, disputado em 2006 no Japão, o Líbano ficou à frente do Brasil na classificação final do torneio – foram duas vitórias deles e três derrotas na primeira fase, contra uma vitória e quatro derrotas da nossa seleção.
A escalação do selecionado libanês: Ali Mahmoud e Brian Beshara (que jogam no Al Riyadi, de Beirute), Rony Fahed (do Sagesse, também de Beirute), Fadi El Khatib (do Cherkassy, da Ucrânia) e o pivô Joe Vogel (também do Al Riyadi).
Haja cachaça com árak!!!
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