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Archive for maio \31\UTC 2007

>HITACHI LANÇA "BRAIN-SCANNER" PORTÁTIL

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Meu aluno Roberto Cassano da FGV do Centro (a quem eu agradeço desde já), me passou um artigo muito interessante publicado no blog Neuromarketing (http://www.neurosciencemarketing.com/blog). A empresa japonesa Hitachi lançou um brain scanner portátil, que pode revolucionar as pesquisas sobre o funcionamento do cérebro.

A geringonça utiliza uma técnica de mapeamento do cérebro baseada na mensuração de fluxo sanguíneo via múltiplos diodos de raio laser. O resultado é que o tal “aparelinho” parece um capacete retirado dos quadrinhos do Flash Gordon ou da família Jetsons

Brincadeiras a parte, esse scanner é uma revolução nas pesquisas do cérebro posto que, por ser portátil, permite que sejam feitos mapeamentos em situações da vida real – tais como, praticar esportes, estudar, assistir televisão, navegar na internet e… comprar! Eis o maior interesse deste aparelho para os profissionais de marketing: poder saber quais as áreas corticais e sub-corticais envolvidas nas decisões de compra, e se diferentes situações de aquisição de produtos e serviços acionam diferentes áreas do cérebro.

Aliás, publiquei em outra ocasião, que já sabemos que o ato de comprar em dinheiro e de comprar com “dinheiro de plástico” aciona diferentes áreas do nosso cérbero. Enquanto que na primeira acionam-se os circuitos neurais de desprazer e de sofrimento, já na segunda os circuitos que estão em jogo vinculam-se às experiências de prazer e de recompensa.

Por isso que muitos pesquisadores hoje em dia afirmam que a compra na internet é uma belíssima opção de compra por impulso…

Este é o principal objetivo desta nova área de estudos do Comportamento do Consumidor. Para os pesquisadores em Neuromarketing, trata-se de mapear as áreas do cérebro responsáveis pelos comportamentos e decisões de compra. Já não basta uma análise no nível molar (comportamento)… o que interesse agora é uma análise no nível molecular (atividade elétrica do cérebro)!

O capacete é instalado na área frontal do crânio da pessoa (na testa), que deve estar devidamente raspada a fim de permitir uma melhor passagem dos lasers ópticos. Os dados recolhidos podem ser “baixados” para um computador ou transmitidos via wireless (chique o negócio!).

Essa espécie de tomógrafo portátil é um avanço nas pesquisas sobre mapeamento cerebral, e cada vez mais os profissionais de marketing irão tomar conhecimento sobre a importância destas pesquisas.

Parece que o Big Brother do Consumidor não se contentou em olhar apenas o comportamento das pessoas; o negócio agora é penetrar nas circunvoluções do nosso cérebro!

Perguntinha: E a nossa privacidade? Estamos nos tornando cada vez mais translúcidos para nós mesmos e para os outros? Estaremos em breve relegando a lata de lixo da história das idéias a tese do solipsismo filosófico?

HITACHI LANÇA "BRAIN-SCANNER" PORTÁTIL

Meu aluno Roberto Cassano da FGV do Centro (a quem eu agradeço desde já), me passou um artigo muito interessante publicado no blog Neuromarketing (http://www.neurosciencemarketing.com/blog). A empresa japonesa Hitachi lançou um brain scanner portátil, que pode revolucionar as pesquisas sobre o funcionamento do cérebro.

A geringonça utiliza uma técnica de mapeamento do cérebro baseada na mensuração de fluxo sanguíneo via múltiplos diodos de raio laser. O resultado é que o tal “aparelinho” parece um capacete retirado dos quadrinhos do Flash Gordon ou da família Jetsons

Brincadeiras a parte, esse scanner é uma revolução nas pesquisas do cérebro posto que, por ser portátil, permite que sejam feitos mapeamentos em situações da vida real – tais como, praticar esportes, estudar, assistir televisão, navegar na internet e… comprar! Eis o maior interesse deste aparelho para os profissionais de marketing: poder saber quais as áreas corticais e sub-corticais envolvidas nas decisões de compra, e se diferentes situações de aquisição de produtos e serviços acionam diferentes áreas do cérebro.

Aliás, publiquei em outra ocasião, que já sabemos que o ato de comprar em dinheiro e de comprar com “dinheiro de plástico” aciona diferentes áreas do nosso cérbero. Enquanto que na primeira acionam-se os circuitos neurais de desprazer e de sofrimento, já na segunda os circuitos que estão em jogo vinculam-se às experiências de prazer e de recompensa.

Por isso que muitos pesquisadores hoje em dia afirmam que a compra na internet é uma belíssima opção de compra por impulso…

Este é o principal objetivo desta nova área de estudos do Comportamento do Consumidor. Para os pesquisadores em Neuromarketing, trata-se de mapear as áreas do cérebro responsáveis pelos comportamentos e decisões de compra. Já não basta uma análise no nível molar (comportamento)… o que interesse agora é uma análise no nível molecular (atividade elétrica do cérebro)!

O capacete é instalado na área frontal do crânio da pessoa (na testa), que deve estar devidamente raspada a fim de permitir uma melhor passagem dos lasers ópticos. Os dados recolhidos podem ser “baixados” para um computador ou transmitidos via wireless (chique o negócio!).

Essa espécie de tomógrafo portátil é um avanço nas pesquisas sobre mapeamento cerebral, e cada vez mais os profissionais de marketing irão tomar conhecimento sobre a importância destas pesquisas.

Parece que o Big Brother do Consumidor não se contentou em olhar apenas o comportamento das pessoas; o negócio agora é penetrar nas circunvoluções do nosso cérebro!

Perguntinha: E a nossa privacidade? Estamos nos tornando cada vez mais translúcidos para nós mesmos e para os outros? Estaremos em breve relegando a lata de lixo da história das idéias a tese do solipsismo filosófico?

HITACHI LANÇA "BRAIN-SCANNER" PORTÁTIL

Meu aluno Roberto Cassano da FGV do Centro (a quem eu agradeço desde já), me passou um artigo muito interessante publicado no blog Neuromarketing (http://www.neurosciencemarketing.com/blog). A empresa japonesa Hitachi lançou um brain scanner portátil, que pode revolucionar as pesquisas sobre o funcionamento do cérebro.

A geringonça utiliza uma técnica de mapeamento do cérebro baseada na mensuração de fluxo sanguíneo via múltiplos diodos de raio laser. O resultado é que o tal “aparelinho” parece um capacete retirado dos quadrinhos do Flash Gordon ou da família Jetsons

Brincadeiras a parte, esse scanner é uma revolução nas pesquisas do cérebro posto que, por ser portátil, permite que sejam feitos mapeamentos em situações da vida real – tais como, praticar esportes, estudar, assistir televisão, navegar na internet e… comprar! Eis o maior interesse deste aparelho para os profissionais de marketing: poder saber quais as áreas corticais e sub-corticais envolvidas nas decisões de compra, e se diferentes situações de aquisição de produtos e serviços acionam diferentes áreas do cérebro.

Aliás, publiquei em outra ocasião, que já sabemos que o ato de comprar em dinheiro e de comprar com “dinheiro de plástico” aciona diferentes áreas do nosso cérbero. Enquanto que na primeira acionam-se os circuitos neurais de desprazer e de sofrimento, já na segunda os circuitos que estão em jogo vinculam-se às experiências de prazer e de recompensa.

Por isso que muitos pesquisadores hoje em dia afirmam que a compra na internet é uma belíssima opção de compra por impulso…

Este é o principal objetivo desta nova área de estudos do Comportamento do Consumidor. Para os pesquisadores em Neuromarketing, trata-se de mapear as áreas do cérebro responsáveis pelos comportamentos e decisões de compra. Já não basta uma análise no nível molar (comportamento)… o que interesse agora é uma análise no nível molecular (atividade elétrica do cérebro)!

O capacete é instalado na área frontal do crânio da pessoa (na testa), que deve estar devidamente raspada a fim de permitir uma melhor passagem dos lasers ópticos. Os dados recolhidos podem ser “baixados” para um computador ou transmitidos via wireless (chique o negócio!).

Essa espécie de tomógrafo portátil é um avanço nas pesquisas sobre mapeamento cerebral, e cada vez mais os profissionais de marketing irão tomar conhecimento sobre a importância destas pesquisas.

Parece que o Big Brother do Consumidor não se contentou em olhar apenas o comportamento das pessoas; o negócio agora é penetrar nas circunvoluções do nosso cérebro!

Perguntinha: E a nossa privacidade? Estamos nos tornando cada vez mais translúcidos para nós mesmos e para os outros? Estaremos em breve relegando a lata de lixo da história das idéias a tese do solipsismo filosófico?

>SECOND LIFE: A NOVA BRINCADEIRA (SÉRIA) DO MOMENTO

>Aportou ao Brasil no mês passado o novo jogo virtual que encanta e seduz os integrantes da cibercultura: O Second Life. Criado nos Estados Unidos pela Linden Labs – empresa do físico norte-americano Philip Rosedale – em 2003, trata-se de um ambiente virtual que simula grandes cidades do mundo e que proporciona interações virtuais entre os seus “cidadãos”.

No Brasil, o portal de internet Ig e a Kaizen Games se associaram ao Linden Labs para desenvolver uma versão nacional do jogo. Para isto, basta fazer o seu cadastro gratuito na página do Second Life Brasil (http://www.secondlifebrasil.com.br), construir o seu “avatar” (seu personagem virtual) e… pronto! É só entrar e interagir…

No entanto, o cadastro gratuito lhe dá direito apenas a passear e a interagir com os outros avatares, não possibilitando entrar em locais “quentes”no jogo, tais como boates, shoppings, cassinos, lojas e outros locais de gasto que as empresas, rapidamente, trataram de construir neste espaço. Para desfrutar destas e outras comodidades, o usuário tem de pagar por isso, e no site existem várias opções de pacotes que possibilitam várias modalidades de acesso. É a personalização no mundo virtual…

Basta fornecer o número do seu cartão de crédito ou baixar o boleto bancário, e você obtém Kaizen Cashs (KC$) – versão brasileira dos Linden Dollars, a moeda virtual do jogo. Com o dinheiro físico convertido em moeda digital, você deixa de ser um “excluído” e contrai plenos poderes para usufruir das delícias que o jogo oferece (e que o seu bolso permite)!

Confesso que ainda sou um “excluído”… Até fiz o meu avatar, mas não baixei ainda para a minha máquina o programa exigido para rodar o jogo. Além do mais, também não estou nem um pouco mobilizado para pagar por isto! Já faço coisas demais, e temo não ter tempo para jogar…

…Ou será pelo medo que tenho de me viciar nesse negócio????

Pelo pouco que vi e li a respeito, acho o Second Life uma das coisas mais interessantes que a cibercultura produziu nos últimos tempos. Claro que já passamos do medo que tínhamos do computador em reduzir as relações pessoais. Sabe-se hoje que sites de relacionamento como Orkut, MySpace e Taggedd são fontes inesgotáveis de ampliação de relacionamentos, e uma parte significativa dessas interações construídas no virtual acabam tendo repercussões no mundo real. Mas, nunca se teve um ambiente tão próximo da realidade como antes. O uso de programas 3D possibilita não apenas a criação de personas virtuais bastante críveis, mas também a simulação de ambientes físicos que nós frequentamos (a Torre Eiffel, o SoHo, a Praia de Copacabana)…

Confesso que esse jogo muito me interessa, apesar das resistências (naturais) que ele me desperta. Procurei fazer dele, na medida do possível, um tema constante de posts neste blog. E já vou logo avisando aos meus leitores que dois grandes temas me interessam:

Primeiro: qual é a qualidade destas relações no mundo virtual? Quais as repercussões destas para os relacionamentos no mundo físico? Como os usuários deste ambiente se vêem a partir da construção destes avatares? Eles são imagens correlatas da identidade no mundo físico? Ou são projeções de nossos desejos, anseios, expectativas difíceis de serem atingidas no mundo real?

Segundo: quais são as implicações deste jogo para o âmbito dos negócios e do marketing? Como as empresas estão encarando este ambiente? Como elas estão pensando a sua participação neste grande jogo?

Aguardem os próximos posts

SECOND LIFE: A NOVA BRINCADEIRA (SÉRIA) DO MOMENTO

Aportou ao Brasil no mês passado o novo jogo virtual que encanta e seduz os integrantes da cibercultura: O Second Life. Criado nos Estados Unidos pela Linden Labs – empresa do físico norte-americano Philip Rosedale – em 2003, trata-se de um ambiente virtual que simula grandes cidades do mundo e que proporciona interações virtuais entre os seus “cidadãos”.

No Brasil, o portal de internet Ig e a Kaizen Games se associaram ao Linden Labs para desenvolver uma versão nacional do jogo. Para isto, basta fazer o seu cadastro gratuito na página do Second Life Brasil (http://www.secondlifebrasil.com.br), construir o seu “avatar” (seu personagem virtual) e… pronto! É só entrar e interagir…

No entanto, o cadastro gratuito lhe dá direito apenas a passear e a interagir com os outros avatares, não possibilitando entrar em locais “quentes”no jogo, tais como boates, shoppings, cassinos, lojas e outros locais de gasto que as empresas, rapidamente, trataram de construir neste espaço. Para desfrutar destas e outras comodidades, o usuário tem de pagar por isso, e no site existem várias opções de pacotes que possibilitam várias modalidades de acesso. É a personalização no mundo virtual…

Basta fornecer o número do seu cartão de crédito ou baixar o boleto bancário, e você obtém Kaizen Cashs (KC$) – versão brasileira dos Linden Dollars, a moeda virtual do jogo. Com o dinheiro físico convertido em moeda digital, você deixa de ser um “excluído” e contrai plenos poderes para usufruir das delícias que o jogo oferece (e que o seu bolso permite)!

Confesso que ainda sou um “excluído”… Até fiz o meu avatar, mas não baixei ainda para a minha máquina o programa exigido para rodar o jogo. Além do mais, também não estou nem um pouco mobilizado para pagar por isto! Já faço coisas demais, e temo não ter tempo para jogar…

…Ou será pelo medo que tenho de me viciar nesse negócio????

Pelo pouco que vi e li a respeito, acho o Second Life uma das coisas mais interessantes que a cibercultura produziu nos últimos tempos. Claro que já passamos do medo que tínhamos do computador em reduzir as relações pessoais. Sabe-se hoje que sites de relacionamento como Orkut, MySpace e Taggedd são fontes inesgotáveis de ampliação de relacionamentos, e uma parte significativa dessas interações construídas no virtual acabam tendo repercussões no mundo real. Mas, nunca se teve um ambiente tão próximo da realidade como antes. O uso de programas 3D possibilita não apenas a criação de personas virtuais bastante críveis, mas também a simulação de ambientes físicos que nós frequentamos (a Torre Eiffel, o SoHo, a Praia de Copacabana)…

Confesso que esse jogo muito me interessa, apesar das resistências (naturais) que ele me desperta. Procurei fazer dele, na medida do possível, um tema constante de posts neste blog. E já vou logo avisando aos meus leitores que dois grandes temas me interessam:

Primeiro: qual é a qualidade destas relações no mundo virtual? Quais as repercussões destas para os relacionamentos no mundo físico? Como os usuários deste ambiente se vêem a partir da construção destes avatares? Eles são imagens correlatas da identidade no mundo físico? Ou são projeções de nossos desejos, anseios, expectativas difíceis de serem atingidas no mundo real?

Segundo: quais são as implicações deste jogo para o âmbito dos negócios e do marketing? Como as empresas estão encarando este ambiente? Como elas estão pensando a sua participação neste grande jogo?

Aguardem os próximos posts

SECOND LIFE: A NOVA BRINCADEIRA (SÉRIA) DO MOMENTO

Aportou ao Brasil no mês passado o novo jogo virtual que encanta e seduz os integrantes da cibercultura: O Second Life. Criado nos Estados Unidos pela Linden Labs – empresa do físico norte-americano Philip Rosedale – em 2003, trata-se de um ambiente virtual que simula grandes cidades do mundo e que proporciona interações virtuais entre os seus “cidadãos”.

No Brasil, o portal de internet Ig e a Kaizen Games se associaram ao Linden Labs para desenvolver uma versão nacional do jogo. Para isto, basta fazer o seu cadastro gratuito na página do Second Life Brasil (http://www.secondlifebrasil.com.br), construir o seu “avatar” (seu personagem virtual) e… pronto! É só entrar e interagir…

No entanto, o cadastro gratuito lhe dá direito apenas a passear e a interagir com os outros avatares, não possibilitando entrar em locais “quentes”no jogo, tais como boates, shoppings, cassinos, lojas e outros locais de gasto que as empresas, rapidamente, trataram de construir neste espaço. Para desfrutar destas e outras comodidades, o usuário tem de pagar por isso, e no site existem várias opções de pacotes que possibilitam várias modalidades de acesso. É a personalização no mundo virtual…

Basta fornecer o número do seu cartão de crédito ou baixar o boleto bancário, e você obtém Kaizen Cashs (KC$) – versão brasileira dos Linden Dollars, a moeda virtual do jogo. Com o dinheiro físico convertido em moeda digital, você deixa de ser um “excluído” e contrai plenos poderes para usufruir das delícias que o jogo oferece (e que o seu bolso permite)!

Confesso que ainda sou um “excluído”… Até fiz o meu avatar, mas não baixei ainda para a minha máquina o programa exigido para rodar o jogo. Além do mais, também não estou nem um pouco mobilizado para pagar por isto! Já faço coisas demais, e temo não ter tempo para jogar…

…Ou será pelo medo que tenho de me viciar nesse negócio????

Pelo pouco que vi e li a respeito, acho o Second Life uma das coisas mais interessantes que a cibercultura produziu nos últimos tempos. Claro que já passamos do medo que tínhamos do computador em reduzir as relações pessoais. Sabe-se hoje que sites de relacionamento como Orkut, MySpace e Taggedd são fontes inesgotáveis de ampliação de relacionamentos, e uma parte significativa dessas interações construídas no virtual acabam tendo repercussões no mundo real. Mas, nunca se teve um ambiente tão próximo da realidade como antes. O uso de programas 3D possibilita não apenas a criação de personas virtuais bastante críveis, mas também a simulação de ambientes físicos que nós frequentamos (a Torre Eiffel, o SoHo, a Praia de Copacabana)…

Confesso que esse jogo muito me interessa, apesar das resistências (naturais) que ele me desperta. Procurei fazer dele, na medida do possível, um tema constante de posts neste blog. E já vou logo avisando aos meus leitores que dois grandes temas me interessam:

Primeiro: qual é a qualidade destas relações no mundo virtual? Quais as repercussões destas para os relacionamentos no mundo físico? Como os usuários deste ambiente se vêem a partir da construção destes avatares? Eles são imagens correlatas da identidade no mundo físico? Ou são projeções de nossos desejos, anseios, expectativas difíceis de serem atingidas no mundo real?

Segundo: quais são as implicações deste jogo para o âmbito dos negócios e do marketing? Como as empresas estão encarando este ambiente? Como elas estão pensando a sua participação neste grande jogo?

Aguardem os próximos posts

>DICA DE CD – SHARP DRESSED MEN: A Tribute to ZZ TOP

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O CD é velho (é de 2002)! Mas nunca é demais recomendar música boa para os nossos ouvidos, especialmente quando se trata de rock de altíssima qualidade…

Trata-se de um disco tributo a uma banda que considero uma das melhores que os nossos fellows americans já produziram nos últimos 30 anos. É o ZZ Top, banda composta por três malucos texanos barbados (menos um!), quase albinos, e que produzem um rock das mais altas octagenagens que eu já ouvi na vida (e olhem que eu já ouvi muitas bandas)!
Vindo do sul dos EUA, proveniente de uma cultura de fronteira tex-mex, o ZZ Top é uma mescla de três grandes braços de rio que sempre desaguaram no rock: o hard rock das grandes cidades, o blues negro do Mississipi e de New Orleans e a música country, versão branca e sulista do lamento dos negros das plantações de algodão. Resultado: um hard rock de primeiríssima qualidade, rasgado, pulsante,vibrante, ardido como tabasco, rascante, que é para ser ouvido em alto volume… ou então quando você estiver dirigindo por uma longa estrada…

Billy Gibbons (guitarra/vocal), Dusty Hill (baixo/vocal) e Frank Beard (bateria). Eis o power trio que, desde os anos 1970, vem fazendo essa poderosa mistura musical com muito bom-humor, a partir de letras ácidas e hilárias. Aliás, eu considero o Billy Gibbons uma das guitarras mais criativas do rock, e sua sonoridade é inconfundível.

Nesse CD, vários artistas (do blues ao hard rock, passando pelo country) prestam a sua homenagem aos velhos lobos do deserto: Lonestar, Hank Williams Jr, Willie Nelson (é, é ele mesmo!), Allan Jackson…

E as músicas? Só clássicos: Gimme All Your Lovin’, Jesus Just Left Chicago (magistral interpretação de Hank Williams Jr!), La Grange (aliás, regravada recentemente em um show do G3 em Tóquio, sendo esmerilhada por Joe Satriani, Steve Vai & John Petrucci), Legs, I Thank You…

É um CD para se ouvir bem alto, mas bem alto mesmo! E curtir… de preferência com uma tequila feita de um bom destilado de agave, e um sombrero, para se proteger do sol escaldante do deserto, e relaxar à noite a luz do luar!

ZZ Top rules!!!!

Categorias:Música, Rock, ZZ Top